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Amor Online, Chefe na Vida Real

Amor Online, Chefe na Vida Real

O Amor Online, de repente, mandou uma foto do almoço. Na imagem, havia um bife recém-saído da frigideira, ainda soltando vapor. [Bebê, almocei direitinho. Pode me elogiar.] Eu estava prestes a responder que ele era muito obediente, quando, sem querer, meus olhos passaram pela foto, notaram, impresso de forma bem visível na borda do prato: Grupo Pioneiro. Meu coração disparou em pânico na mesma hora. Era coincidência demais. A empresa onde eu trabalhava também tinha esse nome. Fiquei paralisada, com a mente completamente em branco. O Amor Online, com quem eu conversava havia mais de um ano, estava ali, bem do meu lado?
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A 13ª Noiva do Alfa

A 13ª Noiva do Alfa

Eu amei Lucian por anos e dei tudo de mim para salvar a vida dele, mas tudo o que eu recebi em troca foi seu olhar de desprezo. Em minha vida passada, eu fui forçada a me tornar sua companheira, mas, no fim, morri sob as garras dos lobos ferozes que ele enviou atrás de mim, e ele ainda quebrou o pescoço do meu irmão Marcus com os próprios dentes. Na noite em que renasci, eu fiz uma escolha diferente. Eu deixei Ayara, minha rival, ter tudo o que queria. Casei-me no lugar dela com Draven, o príncipe brutal que os boatos diziam que "matava suas noivas", e ela pôde fugir com Lucian. Mas, quando a porta da limusine abriu, a pessoa que saiu foi um garoto gentil que eu havia conhecido quando tinha cinco anos. — Olhe bem, querida. Eu sou mesmo tão assustador quando os rumores dizem? — seus olhos âmbar estavam cheios de calor e carinho. Descobri, então, que ele havia encenado doze casamentos falsos, apenas esperando eu crescer. Quando Lucian se ajoelhou e implorou para que eu voltasse, já era tarde demais; eu já era a Luna do Draven.
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Marido Cruel, Amor Congelado

Marido Cruel, Amor Congelado

Tudo começou porque eu abri a janela para tomar um pouco de ar e, por isso, a queridinha do meu marido acabou ficando resfriada. Enfurecido, meu marido ordenou que me amarrassem no porão, mesmo eu estando grávida. — Não pense que, por estar esperando um filho meu, vai poder maltratar a Mariana. Se um único fio de cabelo dela se arruinar, você vai pagar cem vezes por isso! Eu tremia de frio e chorava, implorando e batendo a cabeça no chão. Prometia me redimir com Mariana, cuidar dela com devoção e jurava nunca mais permitir que sofresse qualquer dano. Mas ele, frio, mandou fechar a porta do porão, dizendo que era para me dar uma lição que eu jamais esqueceria. Uma semana depois, Mariana se recuperou do resfriado, e então ele finalmente lembrou de mim, presa no porão. — Fernanda, você realmente reconhece seus erros? Se prometer que vai imediatamente se desculpar de joelhos com a Mariana, eu prometo deixar você ir. Mas ele não sabia que, no porão, eu já estava rígida. Até mesmo o filho que ele tanto prezava não tinha mais nenhum sinal de vida.
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Preço do Arrependimento: Oito Caudas Partidas

Preço do Arrependimento: Oito Caudas Partidas

No concurso de poções, minha irmã adotiva, Célia, tornou-se famosa graças à poção que roubou de mim. Eu jamais poderia imaginar que aquela competição serviria para escolher a esposa do jovem senhor da Tribo Serpente, um homem cruel, feio e naturalmente estéril. Naquela mesma noite, a Tribo Serpente enviou uma carta de casamento, exigindo que a criadora da poção se tornasse esposa do jovem senhor. Ao saber disso, meu noivo entrou em pânico e imediatamente consumou o Pacto de Almas com Célia. Depois de consumado o ato, Célia veio, rebolando a cintura, exibir para mim o Pacto em forma de Lobo em suas costas. — Agora o seu noivo é meu, irmãzinha. E agora, o que você vai fazer? Faltam só três dias para você completar vinte e cinco anos. Se ninguém se casar com você, será sorteada para aqueles Bestiais mais velhos e violentos, que batem nas esposas! Ela se enganou. Eu ainda tinha outra escolha. Procurei meus pais, que estavam na sala tentando resolver as confusões deixadas por Célia. — Se ela não vai se casar com o jovem senhor da Tribo Serpente, eu me caso!
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O Caixão que Ele Construiu por Amor

O Caixão que Ele Construiu por Amor

Sou uma lobisomem, grávida de oito meses do filho híbrido do meu companheiro vampiro. Quando as contrações começaram, meu companheiro vampiro, Justin, me trancou dentro de um caixão de gelo talhado com runas destinadas a impedir o parto. Eu gritei. Eu implorei. Ele apenas disse: — Espere. Mas tudo aquilo era por causa da sua paixão de infância, Isolde. A vampira de sangue puro havia usado magia negra de sangue para conceber o herdeiro puro de Justin sem sequer ter relações com ele. Uma antiga profecia assombrava o clã. O primeiro filho vampiro nascido em mil anos receberia a bênção suprema do Progenitor. Ele purificaria a linhagem. Quebraria uma maldição que vinha sendo carregada por gerações. — Essa honra pertence ao filho de Isolde — disse Justin, com a voz fria como gelo. — Você já tem o meu amor, Gracie. Este caixão só garante que você dê à luz depois dela. A dor das contrações rasgava meu corpo. Implorei para que ele me levasse ao Santuário da Fonte de Sangue. Justin se inclinou. Seus dedos gelados agarraram meu queixo. Seus lábios ficaram tão próximos dos meus que seu sussurro soou como uma ameaça. — Pare com essa encenação. Eu deveria ter percebido antes. Você nunca me amou. Era uma excluída no mundo dos lobisomens. Só queria meu poder e meu título. — Está tão desesperada que arriscaria a vida do nosso filho com seus truques selvagens de loba só para arruinar a bênção de um sangue-puro... Você é venenosa. Lágrimas escorriam pelo meu rosto. Eu tremia, minha voz se partindo. — O bebê está vindo... eu não consigo impedir. Por favor... faço um juramento de sangue! Eu não me importo com a bênção. Eu só quero você! Ele soltou um riso de desprezo, embora um traço de mágoa traída atravessasse seus olhos. — Se você me amasse, não teria corrido para minha mãe. Não teria envenenado a mente dela contra Isolde. — Voltarei depois que ela receber a bênção. Afinal, a criança que você carrega também é minha. Ele ficou de guarda do lado de fora do santuário onde o ritual de Isolde acontecia. Não pensou mais em mim. Não até ver o halo da bênção coroar Isolde. Então ordenou ao seu servo de sangue que me libertasse. Mas a voz do servo tremia de terror. — Meu senhor... senhora Gracie e a criança... os sinais de vida... desapareceram. Naquele instante, o mundo de Justin se despedaçou.
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Na Ponta da Língua: Clínica do Prazer

Na Ponta da Língua: Clínica do Prazer

— Abre um pouco mais, Eva, Eva... Isso... assim mesmo. Meu corpo inteiro parecia derreter sobre a maca de exames. Meus dedos agarravam os lençóis com uma força involuntária. A voz atrás de mim era grave e contida... Cada palavra dele fazia meu corpo vibrar e minhas orelhas arderem. A posição do exame era vergonhosa demais. Meus quadris eram obrigados a se erguerem, altos demais, numa postura que parecia pura rendição. — Doutor... eu... ah... não consigo abrir mais... — Murmurei, mordendo o lábio inferior, a voz tremendo de propósito. Através da barra metálica da maca, vi meu reflexo: cabelos bagunçados colados à face corada, os olhos úmidos, turvos, brilhando com um desejo confuso.
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Gêmeos do Silêncio: Minha Dor, Sua Indiferença

Gêmeos do Silêncio: Minha Dor, Sua Indiferença

Grávida de nove meses, vi a amada do meu marido se mudar para a nossa casa com uma desculpa qualquer. Ela fingia sofrimento sempre que me via, e ele me acusava de exibir a barriga só para provocá-la. — A Rafa já sofre demais! E você ainda exibe essa barriga enorme só pra machucar! Só vai aprender se eu te der uma lição. — Rosnou ele, com frieza. Sem hesitar, mandou me trancar no sótão e proibiu qualquer um de me trazer comida. Supliquei, dizendo que os gêmeos estavam grandes, que o médico havia pedido minha internação urgente, pois o parto podia acontecer a qualquer momento. Mas ele apenas riu como se eu estivesse contando alguma piada tola. — Ainda faltam três dias pro parto. Não inventa desculpa para escapar! Vai pro sótão pensar bem no que você fez! Isso é o mínimo, depois do que fez com a Rafa! — Ele insistiu, ignorando completamente a minha dor. No sótão escuro, gritei até minhas unhas se quebrarem na porta. No silêncio sufocante, as contrações rasgavam meu corpo, cada onda de dor parecia não ter fim. Coberta de sangue, exausta e ainda presa, percebi que meu filho não sobreviveria. Três dias depois, enquanto tentava tomar um mingau, meu marido, já incomodado, comentou com desprezo: — Manda a Joyce descer para me preparar o mingau, e depois vá pedir desculpas à Rafa. Se ela pedir de um jeito decente, pode até levar ela pro hospital na hora de parir. Mas ninguém respondeu, pois o sangue já escorria do sótão, degrau por degrau, inundando a casa num silêncio mais aterrador que qualquer grito.
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A Princesa Renascida da Mafia

A Princesa Renascida da Mafia

Na minha vida anterior, fui adotada por uma família simples e humilde. Minha irmã, por sua vez, foi adotada pelo Don — e se tornou a princesa da máfia italiana mais poderosa da península. O que ninguém esperava era que, no terceiro ano após se tornar princesa da máfia, minha irmã fosse expulsa pelo próprio Don. Acabou vagando pelas ruas até morrer de forma cruel e miserável. Eu, por outro lado, ingressei em Harvard graças ao meu desempenho brilhante. Fui estudar lá junto com meu irmão adotivo, Luca, e com o meu próprio esforço me tornei um dos nomes mais promissores no mundo da inteligência artificial. Depois, com a bênção dos nossos pais adotivos, Luca e eu nos casamos, tivemos filhos, e vivemos uma vida plena e feliz. Mas o destino me deu uma segunda chance. E nessa nova vida, minha irmã Valentina fez uma escolha completamente diferente. Ela se jogou nos braços de Luca, chamando-o de irmãozinho. Entrelaçou os dedos nas mãos dos nossos pais adotivos e me lançou um olhar cheio de triunfo. — Irmã, o sofrimento da máfia fica todo pra você. Aquele lugar devora as pessoas sem deixar nem os ossos — eu não aguentaria um segundo lá dentro. Olhei para Luca — o homem que havia sido meu marido na outra vida — esperando que dissesse alguma coisa. Mas ele apenas puxou Valentina para trás de si, me encarando com um olhar gelado. — Não chegue perto da minha irmã. E assim, sob o olhar triunfante dela, atravessei a porta e entrei no Rolls-Royce que me esperava.
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A Irmã de Consideração do Meu Noivo Roubou Meu Vestido

A Irmã de Consideração do Meu Noivo Roubou Meu Vestido

Cresci fora do país. Com medo de eu arrumar um genro estrangeiro, a minha mãe resolveu me arranjar um noivo bonito e talentoso em São Paulo, e me chamou de volta para o noivado. Quando fui à Boutique de Luxo escolher meu vestido de noivado, eu me encantei por um vestido longo tom creme, tomara que caia. Quando me preparei para experimentá-lo, uma mulher olhou de soslaio para o vestido em minhas mãos e disse à atendente: — Esse modelo é bem diferente, deixa eu experimentar. A atendente, com ação brusca, arrancou o vestido das minhas mãos. Eu, indignada, disse: — Cada coisa tem sua ordem! Eu vi esse vestido primeiro, vocês ainda têm noção de justiça? Mas ela me olhou com desprezo e respondeu: — Esse vestido custa 188 mil. Você, uma pobretona, consegue pagar isso? — Eu sou irmã de consideração de Eduardo Monteiro, presidente do Grupo Monteiro. Em São Paulo, quem decide o que é “justo” é só a Família Monteiro! Que coincidência! Eduardo Monteiro é meu noivo. Imediatamente liguei para Eduardo: — Sua irmã de consideração acabou de roubar meu vestido de noivado. Como você vai resolver isso?
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Quando o Amor se Torna Morte

Quando o Amor se Torna Morte

Para me divorciar de Bruno Soares, propus abrir mão de toda a herança, sair de mãos vazias e até deixar meu filho de três anos para trás. Quando me viu trocando propositalmente minhas roupas pelas que usava antes do casamento, Bruno ficou surpreso e, com um sorriso irônico, disse: — Nem quer o Celso Soares, o filho pelo qual você lutou tanto? — Não exagere na encenação. Se passar dos limites, vai ser difícil consertar depois. Assinei o acordo e empurrei o acordo na direção dele. — Pode ficar tranquilo, não é encenação. Bruno me lançou um olhar surpreso antes de assinar. — Tão sensata assim? Tudo bem, vou facilitar para você. Pode continuar vendo o menino depois. Ele largou a caneta e me avaliou com atenção: — Se se arrepender, se vier implorar por mim, a gente até pode voltar... Interrompi e saí imediatamente. Bruno pensava que eu havia me casado com ele por ambição, pelo poder da Máfia ou por algum senso de dívida de gratidão, planejando ter um filho para herdar a família. Mas, quando souber que morri, não haverá mais mal-entendidos.
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