MasukBlurb : “Cahaya tahu di kamar Ayah sama Tante ngapain?” cecarku menanti kepastian. “Nggak tahu, Bunda. Cuma Cahaya pernah lihat Tante Rosa nggak pake baju, terus Ayah naik ke atas Tante. Pas Aya masuk dan tanya, Ayah cuma bilang mau ngobatin Tante. Aya nggak boleh masuk kata Ayah, terus dikunci deh pintunya dari dalem,” kata Cahaya dengan polosnya. Dan Nayla hanya bisa terpaku di tempatnya. * Hidup Nayla terlalu sempurna, hingga suatu ketika celotehan putrinya, Cahaya, mampu meruntuhkan kesempurnaan hidupnya. Sanggupkah Nayla menghadapi semuanya dengan ikhlas dan tegar?
Lihat lebih banyakMeu nome é Isadora, e estou de volta à fazenda da minha família depois de oito anos estudando a milhares de quilômetros daqui.
Eu só queria uma chance de mostrar toda a minha competência no manejo das terras, assumir o controle e garantir que peão nenhum mandasse mais nesse lugar do que eu.Mas eu estava a um passo de cair do cavalo.
Dona Rute empurrou um café cheiroso na minha direção e apontou para o bolo de fubá soltando fumaça em cima da bancada.
— Meu horário por hoje já encerrou, menina. Eu vou logo que Tonho tá me esperando lá fora. Me desculpa por não poder ficar.
Dona Rute era nossa cozinheira, ajudou meu pai a me criar desde que minha mãe foi embora, e eu sabia muito bem que quando o assunto era o Tonho dela, ela não tinha olhos para mais nada no mundo.
Dei um sorriso de canto, deixando a mala de rodinhas encostada perto do armário.
— Vai lá, Dona Rute, não se preocupa comigo não. Tô em casa. Finalmente.
Aquela mulher me direcionou um sorriso tão caloroso que fez eu realmente acreditar nas palavras que eu tinha acabado de dizer.
Dona Rute saiu pela porta lateral da cozinha, e o silêncio da casa antiga caiu como uma tonelada nas minhas costas.
Ficaram só eu e meus fantasmas.
Eu mal tinha levado o café à boca quando ouvi a porta de madeira abrindo de novo com um estrondo de lascar.
Dei um pulo na cadeira, quase derramando o líquido quente na minha blusa clara.
— O cheiro chegou lá no quintal, Dona Rute! Cadê minha xícara?
Virei meu corpo rápido, pronta para brigar com quem quer que estivesse entrando daquele jeito, mas as palavras sumiram da minha boca.
"Um peão todo tatuado".
Foi tudo que Celina me disse sobre o cara que ajudava meu pai a cuidar da fazenda na minha ausência.
Só podia ser esse.
Ela só esqueceu de mencionar que o homem era um puta de um gostoso.
Cabelos ondulados caindo na testa, tatuagens que iam até o antebraço, a cabeça quase batendo no batente da porta.
Meus olhos rastrearam o sujeito de baixo para cima: as botinas sujas de terra, o jeans surrado marcando as pernas grossas, a camisa polo preta apertada no peito e o chapéu de caubói que ele estava tirando da cabeça.
Assim que nossos olhos se encontraram, senti um raio atravessando meu corpo de alto a baixo.
O cara atravessou a cozinha com uma postura de quem mandava no lugar, sem pressa nenhuma.
Já vi que esse vai me dar trabalho.
Ele travou os passos no meio da cozinha, me medindo de cima a baixo com um olhar tão arrogante (e ao mesmo tempo tão absurdamente focado em cada curva minha) que me fez ter vontade de voar no pescoço dele.
De um jeito ruim.
— Quem é você? — A voz dele era grossa, meio rouca, e pareceu arranhar meus ouvidos, porque me irritou na mesma hora de um jeito que não sei nem explicar.
Ele me olhava com uma certeza absoluta de que eu era uma intrusa que não devia estar ali.
— Oi? — perguntei, tomando um gole do café e me fazendo de desentendida só para ver até onde ele ia.
Mas, ao invés de repetir a pergunta, ele simplesmente me ignorou, como se eu fosse um quadro pendurado na parede ou uma planta decorativa.
Foi direto para a bancada e pegou a faca ao lado do bolo.
Fiquei observando, talvez porque estivesse curiosa, talvez porque ainda não tivesse acreditado no nível de abuso daquele homem.
Ele cortou uma fatia de bolo tão grande que eu cheguei a olhar em volta procurando as outras duas pessoas que dividiriam aquilo com ele.
Não encontrei ninguém.
O egoísmo era individual mesmo.
Depois disso, ele puxou a cadeira da mesa bem na minha frente, sentou de forma nitidamente confortável e, antes de dar a primeira mordida no bolo, me encarou de novo com aqueles olhos castanhos desafiadores.
— Você ouviu. Quem é você, e quem te autorizou a entrar nessas terras?
Nessa hora, a ficha caiu.
Entendi perfeitamente por que a Celina tinha desconversado quando perguntei o que mais ela podia me contar sobre ele.
Que cara abusado!
O ranço por peões metidos a xerife acordou com força total dentro de mim.
Mas eu não tinha estudado anos na cidade para voltar e engolir sapo de funcionário folgado. Eu vim para colocar ordem na casa.
— Sou a dona delas e te faço a mesma pergunta — disparei, me levantando da cadeira para tentar impor respeito.
— Dona? — Ele soltou um meio sorriso, mastigando o bolo sem a menor pressa, e cruzou aqueles braços enormes.
Quer dizer... normais.
Eram bíceps bem normais.
Quer dizer, todo homem que trabalha na roça tem braço daquele tamanho, né?
Enfim.
Não importava o tamanho do braço dele.
Apoiei as duas mãos na mesa de madeira, me inclinando na direção dele para encará-lo de perto.
— Sim, dona. E acho bom você mudar o tom comigo e me respeitar, já que eu posso garantir que você nunca mais trabalhe nessa propriedade a partir de hoje.
O cara deu uma risada curta, um som anasalado que fez meu sangue ferver.
O desgraçado estava achando graça do meu aviso.
— Do que você tá rindo? — cerrei os dentes.
Ele me olhou bem no fundo dos olhos, empurrou a cadeira para trás e começou a se levantar sem pressa nenhuma.
E eu descobri que discutir com alguém sentado era muito mais confortável.
O cara não parava de subir.
Conforme ele ficava de pé, fui obrigada a ir jogando a cabeça para trás.
Meus 1,68m não tinham a menor chance contra os quase 1,90m de puro músculo que agora barravam a luz da cozinha, me deixando completamente na sombra dele.
Ele se inclinou ligeiramente para a frente, invadindo meu espaço até eu conseguir sentir o cheiro de mato e terra que vinha dele.
— Dona? — ele repetiu, com aquele sorrisinho torto de canto de boca que dava vontade de esmurrar. — Até onde eu sei, o dono de tudo isso aqui é o seu Maurício.
Droga.
Tecnicamente ele estava certo, as terras ainda estavam no nome do meu pai.
Senti minhas bochechas queimarem de raiva, mas eu não tinha vindo de tão longe para perder uma discussão para um peão tatuado.
— E tudo o que é do meu pai é meu. — devolvi.
A expressão debochada dele finalmente mudou.
O sorriso arrogante sumiu devagar, e de repente ele pareceu...
Curioso? Interessado?
Não, eu devia estar interpretando errado.
Ele continuava me olhando com aquela expressão que eu não conseguia traduzir, mas, antes que eu pudesse abrir a boca para continuar a discussão, o som de passos lentos e arrastados vindo em direção à cozinha cortou o clima pesado.
— Parece que eu não vou precisar apresentar os dois... — ouvi a voz fraca do meu pai atravessando a porta que dava acesso ao corredor.
Virei no susto, e meu coração doeu quando olhei para ele.
EPILOGEnam bulan kemudian ....“Pagi Sayang, have a nice day!” Aku sedikit kaget saat Hendra alias pria yang tengah sah menjadi imam ku memeluk pinggangku dari belakang. Sontak wajahku memerah, dia selalu saja berhasil membuat diriku melayang tinggi hingga menembus langit ketujuh.“Ngagetin aja, pagi juga, Mas!” sahutku seraya melanjutkan aktivitas mengiris daun bawang untuk pelengkap telur dadar sebagai sarapan pagi ini.Ya ... setelah menikah dengan Hendra selama hampir enam bulan ini, aku baru tahu bahwa dia suka sekali dengan telur dadar yang dicampur irisan daun bawang. Seakan tak pernah bosan, hampir setiap hari dia menginginkan masakan itu di setiap pagi untuk memenuhi asupan nutrisinya. Terkadang juga aku heran, bagaimana bisa lelaki dari keluarga berada dan bergelimang harta bisa mempunyai makanan favorit berupa telur ayam sederhana. Kenapa bukan masakan ala western atau mungkin makanan dengan gizi lengkap yang seimbang. “Kok diem? Ngelamun, ya?” tanya Hendra yang kini mend
##BAB 91 Akhir KisahBerkali-kali aku menghubungi Hendra, hingga puluhan panggilanku tak ada satu pun yang dijawab. Sampai pusing aku berjalan mondar-mandir bak setrika. Bu Wak bingung melihat tingkahku yang tak karuan. “Kenapa, toh, Ibu lihat dari tadi maju mundur kayak orang bingung. Ada masalah?” tanya Bu Wak terlihat perhatian, seperti biasa.Aku menggeleng, tentu saja hal seperti ini tak mungkin aku sampaikan kepada Bu Wak. Biarlah ini menjadi urusan pribadiku. Aku beranjak menuju ke kamar, tiba-tiba saja air mataku tumpah tanpa sebab. Aku tak tahu, apa yang aku rasakan hingga tiba-tiba menangis tanpa alasan. Masih dalam genggaman, kulihat layar ponsel yang masih sepi, tak ada tanda-tanda Hendra menghubungi ku kembali. Apa yang dia lakukan sebenarnya di sana?Hingga kecapekan menangis, membuatku ketiduran. Entah sudah berapa jam aku tertidur, ketika bangun ponselku sudah dipenuhi panggilan tak terjawab dari Hendra. Aku tak mendengarnya karena ponselku masih berada dalam mode sil
##BAB 90 Suara Wanita MencurigakanSUARA WANITA MENCURIGAKANANAKKU MENJADI SAKSI MATA PERSELINGKUHAN SUAMIKU (S2)“Kapan kamu siap untuk menikah? Mungkin kamu berkeinginan memilih tanggal yang cantik?” ucap Hendra.“Terserah saja, yang penting jadi menikah. Semua tanggal itu baik, ‘kan?” ujarku sembari tersenyum.“Iya juga, Papa sudah siap memfasilitasi semuanya. Aku hanya perlu menyiapkan mahar beserta mas kawin. Kamu mau apa?” tanya Hendra menatapku intens.Kami bertemu kembali di rumahku, setelah tiga hari dari rumah Ayah kemarin. Hendra pulang ke rumah Papanya untuk mengabarkan keputusanku tempo lalu. Alhamdulillah akhirnya Tante Sofia pun ikut menyetujui walaupun aku tahu mungkin dia terpaksa.“Yakin nih, aku bebas pilih sendiri mas kawinnya?” tanyaku dengan senyum menggoda.“Dengan senang hati!” Hendra menaik-turunkan alisnya memandangku.“Aku hanya bercanda, terserah kamu saja, deh!” ucapku seraya tertawa.“Bagaimana kalau pabrik usahaku saja yang kujadikan mahar?” tawar Hendr
##BAB 89 Keputusan NaylaKeesokan harinya, Hendra benar-benar serius dengan ucapannya. Pagi-pagi sekali dia sudah menjemputku, kami berencana akan pergi ke rumah Ayah. Berdua saja dan kali ini menggunakan mobilku.“Udah siap? Berangkat sekarang, ya?” tanya Hendra yang kini sudah berpakaian rapi, yakni kemeja lengan panjang, celana bahan dan sepatu pantofel. Menurutku dia lebih mirip seperti orang yang akan melakukan interview di perusahaan besar dari pada bertemu calon mertua. Eh ....Ah, membayangkan Hendra akan menjadi menantu Ayahku saja sudah membuatku berdetak hebat tak karuan begini. Aku benar-benar dibuat mabuk kepayang dengan pesonanya.“Yuk!” seruku bersemangat.Kami menempuh perjalanan sekitar dua jam, aku sengaja tak menghubungi Ayah dan Ibu jika ingin ke sana. Biar ini menjadi surprise nantinya. Hendra tampak gusar, beberapa kali mengusap wajahnya dengan handuk kecil berwarna hijau muda. Padahal tak ada peluh yang menetes, tapi ... entahlah apa yang dia bersihkan.“Kamu ke
##BAB 86 Persepsi NaylaSaat aku membuka mata, rupanya sudah hampir sampai di rumah. Cukup lama juga aku tertidur, mungkin efek banyak pikiran membuatku susah tidur dari kemarin. Baru sekarang aku bisa tidur nyenyak meskipun sebentar, mungkin karena pikiranku yang plong. Sebelum turun, Hendra sempat
##BAB 87 Pernikahan GladysHari ini Hendra akan menjemput ku untuk menghadiri pesta pernikahan Gladys. Sengaja aku tak mengajak Vano dan Bu Wak, tentu saja malas jika harus berhadapan lagi dengan Tante Sofia. Untuk sementara ini, aku akan menghindarinya terlebih dahulu. Aku mengenakan gamis bertajuk
##BAB 85 Mengobrol dengan Rosa“Nayla ... maafkan aku,” ujar Hendra lirih. Terdengar menyayat di telingaku. Aku benci orang meminta maaf, aku bosan memberikan maaf terus-menerus.“Nggak usah dibahas, fokus sama menyetirmu, agar kita segera sampai!” Aku memalingkan wajahku menghadap ke jendela, tak ing
##BAB 81 Pertunangan Berujung Murka“Stop it, Mami!” ulang wanita cantik itu yang ternyata Gladys. Dengan wajah memerah dia melangkah tergesa-gesa menghampiri kami. Tante Sofia hanya memalingkan wajah dari tatapan menusuk putrinya. “Apa yang Mami perbuat? Malu!” ketus Gladys tak suka.“Kamu ngapain, s






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