تسجيل الدخولRani, seorang gadis yang sudah bertunangan dengan kekasihnya bernama Jali, meskipun keduanya baru mengenal satu sama lain, selama dua bulan. Awalnya, semua berjalan dengan lancar, hingga acara lamaran untuk menentukan tanggal pernikahan tiba. Sungguh di luar dugaan, gadis manis pekerja keras tersebut meminta Mahar yang sangat fantastis, yaitu 5 milyar. Bukan tanpa alasan Rani meminta Mahar yang yang terkesan tak masuk akal. Semua itu dikarenakan Jali yang membuat ulah.
عرض المزيدItália
janeiro 2018 Eu ainda nem tinha tirado a gravata quando ouvi a risada dela atravessando o corredor. Aquela risada doce, alta, afinada no tom exato que costumava me desmontar e agora só servia para me lembrar o quanto eu estava ficando velho demais para esse jogo. Empurrei a porta da sala. E lá estava Valentina. De pé no meio do nosso apartamento de cobertura, luz quente, câmera do celular levantada, a pose ensaiada até a alma: lingerie preta rendada, salto fino, boca aberta num biquinho calculado. O pior não era a pose. Era o olhar. O olhar de quem sabe exatamente que está sendo observado por centenas… e que gosta da sensação. — Sério isso? Minha voz saiu mais rouca do que eu queria. — Você tá fazendo live? Ela nem virou. Girou o quadril, inclinou o queixo e piscou para a própria imagem na tela. — Stories, Máximo. Relaxa. A risada veio carregada de veneno doce. — Alguém nessa casa precisa ser interessante. Respirei fundo. Péssima ideia. O perfume dela me acertou como um golpe: baunilha quente misturada a alguma malícia recém-passada nos ombros. — Interessante? Tirei a jaqueta e joguei no sofá. — Trabalhando para manter esse apartamento onde você grava seus teatros diários? Ela desligou a câmera com um clique exagerado e finalmente me encarou. Valentina tinha aquele tipo de beleza que parecia ter sido inventada para me torturar: olhos brilhantes demais, boca provocante demais, expressão que trocava de inocente para cruel numa velocidade que deixava minha pressão instável. — Aí vem você com seu discurso de mártir, ela rebateu, cruzando os braços. — “Ah, Valentina, eu trabalho muito, Valentina, eu pago tudo, Valentina…” Você vive para essas suas reuniões intermináveis, Máximo. Eu existo para quê, hein? Para quando você tiver tempo? — Você existe para si mesma. Soltei, duro. — E para qualquer homem que aparece nos seus DMs pelo jeito. Ela deu um sorriso de canto. Sorriso perigoso. — Ciúmes? Ou só mais um ataque de controle? — Eu só não quero minha esposa flertando com metade da Itália ao vivo. — Não começa, Máximo. — Quem começou foi você, avancei um passo. — Postando foto quase nua enquanto eu mato um leão por dia para essa vida de vocês… — Vocês? Ela riu, indignada. — Acha que eu vivo de graça? Eu também trabalho, querido. Só que o meu trabalho é ser vista. E aí entendi: ela estava provocando de propósito. Ela queria briga. Ela queria o fogo. E infelizmente… eu também. — Você precisa de atenção masculina vinte e quatro horas. Falei, baixo, firme. — E isso tem nome, Val. Ela se aproximou até quase colar o peito no meu. Um centímetro. Dois. O suficiente para minha respiração falhar. — Tem nome, sim. Ela respondeu. — Carência. A que você alimenta com esse seu jeito de gelo. Eu me sinto… invisível. E sabe o que é mais triste? Ela tocou meu peito com o dedo. — Eu fico apavorada de um dia deixar de ser desejada. Ela nunca admitia vulnerabilidade. Nunca. Aquilo me desmontou. E me irritou. As duas coisas ao mesmo tempo, um inferno particular. — Eu te desejo. Sussurrei, segurando seu pulso antes que ela afastasse a mão. — Mais do que deveria. Ela tentou rir, mas a voz falhou. E eu… cedi. Puxei-a pela cintura, com força. Ela ofegou, não de dor, de impacto. Valentina sempre foi movida a intensidade. Encostei-a na parede. O corpo dela arqueou no meu. A boca dela soltou um som que, se ela pudesse apagar da memória, apagaria. O beijo veio como tempestade que não avisa: raivoso, urgente, quente demais. Ela me arranhou o pescoço. Eu apertei sua cintura. E por um segundo, um mísero segundo, nós dois lembramos por que nos casamos. Aí o feitiço quebrou. Ela me empurrou. Com força. O tapa veio logo depois, rápido, calculado, ardido. — Você me sufoca! Ela gritou, a voz quebrando no final. — Eu não posso respirar perto de você! Fiquei lá, parado, com a marca da mão dela queimando na minha pele. Ela tremia. Eu tremia. E o silêncio que caiu entre nós era pesado, denso, quase vivo. — Então respira. Respondi, finalmente. — Respira. E decide se quer continuar lutando comigo ou se prefere lutar contra mim. Os olhos dela brilharam, não de raiva. De medo. Medo dela mesma, do que sente, do que perde… e talvez do que ainda deseja. E sem dizer mais nada, Valentina passou por mim, o perfume cortando o ar como um aviso e um pedido de socorro ao mesmo tempo. A porta bateu atrás dela. E o apartamento ficou grande demais. Fiquei alguns minutos encarando a porta fechada, sentindo meu próprio pulso no lugar onde ela me bateu. Um tapa dela sempre vinha cheio de significado: raiva, medo, desejo, tudo misturado como uma coqueteleira emocional quebrada. E eu? Eu era o idiota que sempre bebia o resultado. Quando finalmente respirei fundo o suficiente para não socar a parede, fui atrás dela. Valentina estava na cozinha, sentada no balcão de mármore com as pernas cruzadas, ainda de lingerie, segurando um copo de água como se fosse um champanhe. Não chorava. Não gritava. Só encarava um ponto fixo na parede, como se estivesse tentando reorganizar os próprios esqueletos internos. — Val… Comecei. Ela ergueu a mão, pedindo silêncio. Não funcionou. Nunca funcionava comigo. — A gente não pode continuar assim. Falei, chegando mais perto. — Só brigando. Só… quebrando. Ela soltou uma risada curta, cínica. — Engraçado você dizer isso. Você vive ocupado demais para perceber que a gente já quebrou faz tempo. — Então vamos tentar colar. Rebati, firme. Ela finalmente desviou o olhar da parede e me encarou. Havia um vermelho leve nas bochechas, não do tapa, mas daquele momento de tensão pós-briga em que ela sempre parecia mais viva. Mais perigosa. — Tentar como? Perguntou, cruzando os braços. — Você vai passar menos tempo trabalhando? Vai parar de controlar minha vida? Vai me deixar respirar? A última frase veio com uma pontada tão amarga que doeu. — Eu quero tirar você daqui. Falei. — Da rotina. Da gente assim. A gente precisa de… ar. Ela arqueou uma sobrancelha. — Que tipo de ar? — Campos do Jordão. Valentina piscou, surpresa. — Campos do Jordão, no Brasil? Repetiu, com uma risadinha. — Vai me levar para o frio? Tá achando que eu sou o quê, um chocolate quente? — Você adorava lá. Lembrei. — Antes de tudo virar essa guerra. Lembra? A lareira, a mantinha ridícula que você roubou do hotel, o fundue… — Eu vomitei aquele fondue. Ela me interrompeu. — Mas riu enquanto vomitava. Ela tentou segurar o sorriso. Tentou. Perdeu. Um canto da boca dela cedeu, e o sorriso apareceu, fraco, mas real. Uma brecha. Uma entrada. — Quanto tempo? Perguntou. — Um fim de semana. Só nós dois. Vamos comemorar nosso aniversário de dois anos, onde tudo começou. — A voz saiu mais suave que o planejado. Para tentar lembrar quem éramos quando tudo isso ainda fazia sentido. Ela ficou quieta. O silêncio dela nunca era neutro, era barulhento, cheio de pensamentos correndo na cabeça como corredores de Fórmula 1. — E se não der certo? Perguntou, baixinho. Me aproximei devagar, como se ela fosse um animal arisco que podia fugir ao menor movimento. Toquei a mão dela sobre o balcão. Ela não puxou. Pequena vitória. — Aí a gente encara. Respondi. — Mas… se ainda existe algo aqui, Valentina, alguma coisa, qualquer faísca… a gente precisa testar. Antes que reste só fumaça. Ela engoliu em seco. O olhar dela desceu para nossas mãos, depois subiu para o meu rosto. Havia ali um brilho. Não de paz…Valentina nunca teve isso, mas de hesitação carregada de desejo. — Você vai me levar só para me exibir para o pessoal da montanha? Provocou, tentando recuperar a pose. — Vou te levar porque, quando você está longe de telas, você volta a ser você. — E quem sou eu, Máximo? Cheguei mais perto. O perfume dela bateu no meu peito como fogo lento. — A mulher que me enlouquece. E não no mau sentido. Ela riu. Riso pequeno, quase tímido. Quase. — Tá bom. Murmurou. — Campos do Jordão. Um fim de semana. Não prometo nada além disso. — Já é mais do que eu esperava. Ela escorregou do balcão, ficando tão perto que meu autocontrole saiu pela janela. — E nem pense que isso significa que você pode escolher minhas roupas. Avisou, erguendo o queixo. — Eu vou postar, eu vou gravar e eu vou mostrar a beleza natural do meu rosto congelando no frio. — Faz o que quiser. Respondi. — Só… vem comigo. Ela passou por mim, deixando um rastro de perfume que sempre parecia carregar uma ameaça e uma promessa. — Vou arrumar as malas. Disse. — E você tenta não ser insuportável até lá. — Sem garantias. Ela sorriu de novo. E, por um instante, tivemos paz.Pov Putri. "Huhuhu." Aku turun dari sepeda motor tukang ojek online yang mengantarkanku pulang. Aku harus berakting dan berpura-pura sangat bersedih. Pokoknya Bang Jali dan seluruh keluarganya tidak boleh curiga. Abang tukang ojek itu agak kebingungan melihatku yang tiba-tiba saja menangis. Sejak naik sepeda motornya, aku hanya diam saja. Dan sekarang, dengan tiba-tiba aku menangis. Aku memintanya segera pergi setelah kuberikan ongkos yang sudah ditentukan di aplikasi. Abang ojek itu langsung menancap gas sepeda motornya. "Kamu kenapa?" tanya Ibu mertua yang sedang melihat-lihat tanaman bunganya. Dia hanya menoleh sekilas saja. Oke, Put, perdalam lagi aktingmu! "Duhh, gimana, ya, Bu, bilangnya." Aku kembali menangis dan berusaha mengeluarkan air mata agar lebih meyakinkan aktingku, aku juga meremas kedua tanganku. "Ada apa? Ngomong kamu! Jangan cuma nangis aja! Nggak jelas banget kamu ini!" gerutunya jengkel."Itu Bu. Sepeda motor Bang Jali, hilang, Bu," ucapku seraya menundukk
Tidak ada satupun dari mereka yang berniat melerai kami. Mereka hanya menonton pertarungan sengit antara aku dan ulat bulu. Tak habis akal, aku juga menen-dangnya dengan sekuat tenaga.Rasakan! Rani, kok mau dilawan. Belum tahu saja kamu, bagaimana sifat bar-bar Rani, jika sudah tersakiti. Tidak akan ada kata atau pun lagu kumenangis. Berkali-kali aku menghadiahinya dengan tendangan maut, seperti pemain sepak bola. 'BRAK!'"ADUHH, SAKIT DEK!" keluhnya, mengaduh. Eh, suaranya kok berubah jadi laki-laki sih? Apakah Turmi wanita jadi-jadian? Terus, tadi manggil aku, "Dek". Kok aneh. "Dek, sadarlah." Suara lelaki lagi. Padahal yang di hadapanku adalah Turmi yang sedang menepuk-nepuk wajahku pelan. Ah, berani sekali dia menepuk-nepuk wajahku. Ingin membalasku ya? Tak tinggal diam, aku kembali menjambaknya dengan bar-bar. "Astaghfirullah, Bu, Rani kerasukan!" teriak Turmi dengan suara laki-laki, mirip dengan suara Bang Juna. "Astaghfirullahalazim, eling, Nduk!" Suara ibu, entah dar
"Dingin banget tangan, kamu," ujar Sinta yang sedang berdiri di sampingku, Ia sengaja menyentuh tanganku. Aku hanya bisa tersenyum, sambil terus fokus karena sedang dirias, dan Sinta, dari sejak awal aku dirias dia terus saja menggodaku dengan semua ucapan gi-lanya. Dari mulai malam pertama, sampai ke anak cucu dia bahas. Dia sengaja datang ke rumah dari kemarin dan menginap di rumahku. Karena tidak mau melewatkan momen pernikahanku, katanya. "Baca do'a biar nggak gugup. Nih, minum!" Sinta kembali berucap serta menyodorkan air mineral padaku.Aku langsung meminumnya sedikit demi sedikit, hingga tandas. Hari ini, janji suci akan segera terlaksana. Beberapa jam lagi, status lajangku akan berubah menjadi istri orang. Istri Bang Juna lebih tepatnya. Gugup? Sudah pasti aku sangat gugup. Siapa pun akan gugup saat hari pernikahannya tiba.Akhirnya, perjuangan menuju hari pernikahan telah kulewati dengan penuh lika-liku. Semoga saja, setelah menikah, tidak ada lagi gangguan dari orang-o
Ah, aku tidak akan mau diperbudak lagi. Bagaimanapun caranya, besok aku tidak akan mau membantu mengerjakan pekerjaan rumah. Pepatah mengatakan, banyak jalan menuju roma. "Ibu, mau mandi dulu. Bawa sendiri itu cangkir bekas tehmu ke belakang!" perintah Ibu lalu meninggalkanku bersama Bang Jali. Ibu menghentak-hentakkan kakinya seperti anak kecil yang sedang merajuk. "Jangan berfikir masalah sudah selesai, Put. Besok aku akan bertanya pada semua teman kerjamu. Jika kamu ketahuan berbohong, maka bersiaplah menanggung akibatnya," ancam Bang Jali tanpa rasa malu. Sebagai lelaki, seharusnya dia bisa melindungiku sebagai istrinya. Bukan malah mengancam seperti aku ini adalah musuhnya. Hanya masalah uang gajiku, dia segitu marahnya. Apa tidak malu suami meminta uang gaji istri untuk keluarganya? Setelah bercerai nanti, jika suatu saat dia meminta kembali dengan dalih penyesalan. Sampai mati pun tak akan aku mau kembali padamu, Jali. Tunggu saja semuanya. Kupastikan kamu akan menyesal te
"Iya, memang betul itu. Kemarin aku dengar, Si Turmi mulai mepet Si Juna. Padahal dulu nolak mentah-mentah," ucap salah seorang ibu menggebu. Mendengar nama Bang Juna dan Turmi disebut, aku langsung menajamkan mata dan indra pendengaran. Apa dari tadi yang mereka bicarakan adalah Turmi?Jadi, bukan r
"Putri! Buka pintunya!" teriak Bang Jali, sambil menggedor pintu kamar dengan tak sabaran. Selama menikah, tak pernah sekali pun dia memanggil dek, atau sayang, atau sebutan mesra yang lainnya. Pasti selalu memanggil namaku. Aku yang sedang tertidur lelap, tentu saja terganggu dengan kelakuannya. Ta
"Jangan pernah mengatur aku. Orang tuaku pasti juga ngerti kok, kalau anaknya ini masih sibuk kerja dan sibuk dengan keluarga barunya. Kamu jadi orang luar, jangan ikut campur. Biarkan ini jadi masalahku dan keluargaku. Kamu nggak usah terlalu sibuk!" sambungnya, dengan mata memerah.Dia bilang aku t
Gagal Move on"Rani, tunggu!" Aku menghentikan laju sepeda motor saat suara seseorang memintaku berhenti. Dan ternyata, Bang Jali."Ada apa?" tanyaku jutek. Nggak biasanya dia berhentiin aku di jalan. Mana sepi lagi. Ini kali pertama dia ngajak aku ngobrol setelah kami putus. Biasanya juga, kalau kete
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