Eternal Historian: Aisha's Otherworldly Journey

Eternal Historian: Aisha's Otherworldly Journey

last updateLast Updated : 2024-02-14
By:  Catish13Ongoing
Language: Bahasa_indonesia
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Synopsis

Namaku Aisha. Aku terlahir dengan tubuh lemah dan sakit-sakitan. Keluargaku mencampakkanku, membuatku merasa seperti mayat hidup. Hingga akhirnya, tepat di umur 17 tahun, aku meninggal dunia karena penyakitku. Aku tidak percaya dengan reinkarnasi. Tapi, siapa sangka, bahwa aku akan bereinkarnasi. Aku bereinkrnasi sebagai bayi pasangan petualang dan penyihir bernama Aisha. Aku pun memulai kehidupanku dengan semua ingatan masa laluku di dunia yang berbeda. Tanpa aku tahu, bahwa aku ditakdirkan untuk menjadi seorang Historian, seorang Pencatat Sejarah yang dihormati orang-orang di dunia ini dan terlibat dengan berbagai masalah, termasuk permusuhan antara Bangsa Manusia dan Bangsa Iblis. Sudah begitu, aku yang dulu sakit-sakitan dan lemah kini menjadi seorang penyihir terkuat yang disebut-sebut sebagai Penyihir Keabadian.

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Chapter 1

Prolog

— Cristiane? Não é a irmã do Chefão? Como eles podem se casar? — O assistente exclamou, assustado.

— Eles não são irmãos de sangue. — Respondi com calma.

Cristiane era a criança que os pais de Leonardo haviam adotado do orfanato. Quem diria que, já adulta, ela acabaria subindo na cama do próprio irmão?

Fiquei olhando a cadeira vazia à minha frente, sentindo uma dor amarga que eu nem sabia nomear.

Peguei a caneta e assinei meu nome no documento sem hesitar. Em seguida, entreguei o acordo de divórcio ao assistente.

— Coloque isso no meio das últimas notas de reembolso.

Leonardo sempre fora generoso comigo. Ele assinava tudo sem olhar.

Assim que colocasse sua assinatura ali, tudo entre nós estaria realmente terminado.

Antes de sair do restaurante, joguei as rosas e o anel no lixo. Fiz isso diante do assistente.

Ele tentou falar:

— Senhora, deve haver algum mal-entendido… A senhora…

— Luiz. — Minha voz ficou fria como aço. — Coloque-se no seu lugar. Os assuntos emocionais entre mim e o Chefão não são da sua conta. E, se eu ouvir qualquer boato circulando por aí, eu mesma vou arrancar suas mãos e seus pés.

Luiz se calou imediatamente. Graças aos anos de carinho que Leonardo tinha por mim, dentro da família eu era a única pessoa logo abaixo dele. Ninguém ousava me contrariar.

Quando deixei o restaurante, a neve caía pesada lá fora. Os flocos pousavam um a um na minha palma.

Da primeira vez que Leonardo me dissera "te amo", também nevava assim.

Naquele dia, ele colocou um cachecol vermelho em mim e depois se inclinou para beijar meus lábios.

— Meu Deus, olha isso! — Um grito empolgado ao meu lado trouxe-me de volta.

Levantei o rosto e vi meu nome estampado no maior painel publicitário da cidade.

[Priscila Lima, eu vou te amar por toda a minha vida, até a morte.]

— Céus, que inveja dessa tal Priscila. Além de rica, ainda tem um marido tão apaixonado!

— Pois é, não existe mulher mais sortuda do que ela!

— Ai, que sonho. Queria que Deus me mandasse um homem assim!

As garotas na rua erguiam a cabeça, encantadas com o letreiro luminoso.

Só a protagonista daquela declaração, eu, desviava o olhar em silêncio.

O celular voltou a vibrar.

Era outra mensagem de Cristiane.

Na foto, Leonardo dormia apoiado na beira do leito dela. Mesmo adormecido, segurava firme o pulso da irmã adotiva.

[Está se divertindo hoje no seu aniversário?]

Era Cristiane provocando de novo, mas meu rosto permaneceu absolutamente sereno.

Digitei apenas uma palavra:

[Muito.]

"Como eu não estaria feliz?

Eu estava prestes a deixar um homem que não valia nada e a começar uma vida nova."

Entrei em um táxi. No caminho de volta para casa, os letreiros se acendiam um a um.

Shopping centers, lojas pequenas, edifícios comerciais.

Tudo que pudesse acender luzes estampava declarações de amor para mim.

Naquela noite, toda a cidade sabia que existia uma mulher chamada Priscila sendo amada com devoção.

A tela do celular brilhou outra vez.

Desta vez, não era Cristiane. Era Leonardo.

Ele parecia ter acabado de acordar; a voz soava rouca:

— Você gostou da noite?

Fiquei em silêncio por alguns segundos antes de responder:

— Mais ou menos.

Leonardo soltou um riso baixo.

— Então parece que ainda não consegui te acalmar, hein? Pri, eu realmente tive algo urgente hoje. A família está com problemas internos. É algo que envolve a vida de muita gente. Eu sei que você, sendo tão compreensiva, vai entender.

Era típico dele.

Palavras que soavam como carinho, mas carregavam ameaça suficiente para que ninguém ousasse discordar.

— Entendi… Continue trabalhando. Vou dar uma volta no shopping. — Murmurei, quase num sussurro, olhando pela janela.

Pelo tom, ele pareceu satisfeito.

Assim que desligou, transferiu um milhão para minha conta.

A mensagem veio junto:

— Gaste tudo antes de voltar para casa.

Dominador e, ao mesmo tempo, atencioso.

Parecia um homem profundamente apaixonado.

Se eu não tivesse visto ele com a irmã adotiva na cama, talvez acreditasse nessa mentira pelo resto da vida.

Ontem, eu tinha recebido um vídeo que Cristiane me enviara.

Movida pela curiosidade, cliquei para ver.

A primeira cena mostrava Leonardo.

Ele usava a gravata para amarrar Cristiane na cabeceira da cama.

Cristiane, completamente nua sob o corpo dele, arfava sem parar.

Eles se chamavam de amor com uma intimidade ensaiada. Pela maneira como se moviam, pelos gestos tão naturais, ficava claro que aquela não era a primeira vez.

Meus olhos ficaram presos na gravata roxa. Era a mesma que eu o havia dado alguns dias antes, no nosso terceiro aniversário de casamento.

Então ele usava o presente que eu lhe dera…

Para transar com outra mulher?

E essa mulher ainda era a própria irmã adotiva?

Era absurdo demais.

Lembrei do nosso aniversário de três anos.

Para termos uma noite perfeita, eu tinha até escolhido uma lingerie nova.

Mas, quando saí do banho, o quarto estava vazio.

Só havia um bilhete sobre a mesa:

[A família precisa de mim. Pode dormir, não precisa me esperar.]

Engoli o choro e esperei.

Esperei desde o anoitecer até o amanhecer.

Quase ao meio-dia, ele finalmente voltou.

Corri para os braços dele, animada, acreditando que tudo ficaria bem.

Mas Leonardo apenas me afastou com delicadeza:

— Calma, Pri. Hoje não. Estou cansado.

Naquele tempo, eu não desconfiava de nada. Ele não parecia ter motivo para mentir.

Mas, depois que recebi aquele vídeo, toda a minha confiança desmoronou de uma vez.

Eu precisava de respostas.

Usei a rede de informações da família para rastrear a origem do arquivo. Ele vinha de um hotel.

Quando cheguei à porta do quarto, ouvi os sons. Batidas violentas, gemidos, respirações ofegantes.

— Léo, quem é melhor? Eu ou ela?

— Claro que é você, bebê. A Priscila é um tédio na cama. Não se solta nem metade do que você.

— Então quer dizer que eu sou só sua parceira de sexo? Ou um brinquedinho barato? Eu não gosto dessa posição, irmão.

— Não gosta? Então que tal ser a esposa minha lá fora?

— E você não tem medo que a cunhada descubra? Ela é bem esperta….

Leonardo hesitou por um segundo.

Depois, riu com arrogância:

— Priscila nunca vai descobrir. Pode ser esperta, mas não é mais esperta do que eu.

Ele dizia aquilo com tanta segurança que chegava a ser cruel.

"A Priscila é um tédio na cama."

Então essa era a razão pela qual ele me traía?

Naquele momento, eu não soube o que dizer.

Nem força para sentir raiva eu tive, muito menos para entrar ali e exigir explicações.

De repente, toda a vontade de confrontá-lo evaporou. Saí do hotel como uma alma perdida.

À noite, quando vi Leonardo novamente, havia arranhões no pescoço dele.

Ele disse que tinha sido um gato.

Ridículo.

Mas eu já não tinha vontade de perguntar nada.

— Amanhã é o seu aniversário. Que tal eu passar o dia inteiro com você?

Foi o que ele prometeu.

E hoje, tudo estava claro demais.

Mais uma vez, ele havia quebrado a própria palavra.

Quando voltei dos meus pensamentos, o táxi já tinha parado em frente de casa.

Abri a porta, ainda entorpecida, e vi, a poucos metros de distância, um carro familiar estacionado.

Duas pessoas desceram dele.

Leonardo encostou Cristiane na janela do carro.

E beijou a boca dela.

A lua parecia cada vez mais fraca. Mas aquele beijo, aquela traição diante dos meus olhos, só ficava mais nítida.

Era a primeira vez que eu via, tão de perto, meu marido me traindo.

Eu achava que estava preparada.

Mas, na hora em que realmente vi…

Pareceu que uma lâmina afiada fosse cravada no meu peito, doendo como se fosse me cortar por dentro.
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