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Luz da Primavera

Luz da Primavera

Sempre que alguém em Marisola elogiava aquela mulher, considerada a beleza do século, todos riam em uníssono: — Ela não é só bonita, é generosa! Já criou dois filhos do marido e da amante! Então, quando eu falei em me divorciar, ninguém deu a mínima. Rafael Monteiro nem pestanejou e me atirou um cheque sem cerimônia: — Não faça drama, vá e compre duas bolsas. O filho mais velho estava vidrado no videogame: — Não incomode o meu pai. Se quer ir embora, vá logo, o que está esperando? O filho mais novo ligou direto para a mãe biológica: — Aquela velha bruxa parece que vai sair de casa. Mãe, se prepare! Até os empregados balançavam a cabeça, tentando me convencer a não insistir. Mas diante de todas as dúvidas e críticas, eu não senti nem tristeza nem raiva. Apenas disquei com calma o número que sabia de cor e salteado. — Sra. Isabela, chegou o momento do nosso acordo de dez anos. Já paguei a dívida pela vida da minha irmã.
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Ele Suprimiu Nosso Vínculo Sete Vezes. Na Oitava, Eu O Destruí

Ele Suprimiu Nosso Vínculo Sete Vezes. Na Oitava, Eu O Destruí

— Darcy está passando mal hoje à noite. Vamos suprimir nosso vínculo, Emma. Podemos fazer a cerimônia de marcação outro dia. Foram exatamente essas palavras que ele disse quando liguei no dia em que deveria acontecer a nossa cerimônia de marcação. Era a sétima vez que ele pedia para suprimir o vínculo sagrado entre nós por causa de sua amiga de infância. Na primeira vez, ele suprimiu o vínculo porque a alcateia de Darcy estava sendo atacada e ele queria ficar ao lado dela. — Darcy está lutando pela própria vida, e você quer que eu seja arrastado pelo nosso vínculo predestinado? Não me faça pensar que você é tão egoísta assim, Emma. Na terceira vez, ele disse: — Darcy está com febre. Não posso deixá-la sozinha. Na sexta vez, ele nem sequer se deu ao trabalho de explicar por que pediu à bruxa para suprimir nosso vínculo da maneira mais cruel possível. Ele estava com pressa para encontrar Darcy. Como éramos companheiros predestinados, toda vez que queria se envolver intimamente com ela, ele mandava uma bruxa suprimir o vínculo entre nós. Como Alfa, essa supressão quase não o afetava. Mas eu era uma Ômega. Cada vez que nosso vínculo era reprimido, eu sofria dores tão intensas que passava semanas sem conseguir sair da cama. Mesmo devastado ao me ver naquele estado, tudo o que ele me oferecia eram algumas palavras vazias de desculpa e promessas de que compensaria isso no futuro. Só isso. Então, quando chegou a sétima vez… Quando ele se recusou a me marcar e voltou para casa apenas para suprimir nosso vínculo e correr para Darcy… Minhas malas já estavam prontas. Seria a última vez que ele irá suprimir nosso vínculo. Porque, na próxima vez… Não existirá mais vínculo algum para ser reprimido.
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O Tratamento Especial do Velho Médico do Interior do Campo

O Tratamento Especial do Velho Médico do Interior do Campo

— Tio, para a massagem o senhor ainda precisa tirar minhas calças? Naquele Natal que eu passei no campo, eu tinha acabado com o estômago ruim por causa da comida. No meio daquele fim de mundo não havia hospital nenhum, então eu só pude procurar um médico bem velho do interior ali por perto para me fazer uma massagem. De repente, ele abaixou minha calça e ainda falou: — Você não entende, é só assim que eu consigo tirar as bactérias de dentro do seu corpo. Mas a minha intimidade já estava toda molhada fazia tempo, e quando ele tirou minha roupa, ele percebeu tudo. Ele foi dominado pelo próprio instinto animal e me derrubou de uma vez...
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Me Deixe e Crie o Filho Dela

Me Deixe e Crie o Filho Dela

Meu marido, Cesare Ferrante, o Don mais temido da família Ferrante, sempre odiou crianças. Ainda assim, tudo mudou no instante em que minha meia-irmã, Bianca Moretti, se mudou para a casa ao lado com o filho de seis meses. De repente, meu marido ficou obcecado por aquela criança. Ele mesmo preparava a mamadeira, cantava canções de ninar e carregava o bebê para todo lugar aonde ia. Todos os dias, voltava para casa exausto ao amanhecer, mas o rosto brilhava de felicidade, como se aquele bebê ocupasse a alma dele por inteiro. Eu me tornei invisível para ele. Três dias atrás, alguém jogou meu carro para fora da estrada, e eu bati no canteiro central. O sangue escorreu pela minha testa, e minha visão ficou turva. Liguei para Cesare cinquenta e cinco vezes. Ele não atendeu uma única ligação. Em vez disso, postou uma foto do bebê nas redes sociais. "Meu anjinho sorriu hoje!" Eu já estava farta. Naquela noite, no banquete da família, todos os membros da famiglia estavam sentados ao redor da mesa. Fiz meu último brinde e então baixei a taça. — Quero o divórcio. Todos congelaram. — Você enlouqueceu? — As vozes dos meus pais se ergueram ao mesmo tempo. Cesare agarrou meu pulso, com a incredulidade estampada no rosto. — Giulia, você quer se divorciar de mim só porque eu estava ocupado cuidando do bebê e não atendi as suas ligações? Você está mesmo com ciúme de uma criança de seis meses? Eu não encarei os olhos dele. Em vez disso, fiquei olhando para a marca de beijo chamativa atrás da orelha dele. — Já que você ama tanto essa criança — eu disse com calma —, vou facilitar para você. Vá ser o pai dela.
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Me Apaixonei Pelo Melhor Amigo do Meu Pai

Me Apaixonei Pelo Melhor Amigo do Meu Pai

Eu me apaixonei pelo amigo do meu pai — o homem que eu deveria chamar de "tio", Kael Viremont. Por um tempo, achei que ele também me amava. Nós até tínhamos uma promessa boba — que, se eu chegasse aos vinte e sete anos e ainda quisesse ficar com ele, então poderíamos ficar juntos, publicamente. Cinco dias antes do meu aniversário de vinte e sete anos, eu o ouvi dizendo que nunca gostou de mim, que ele iria se casar com sua amiga de infância. E, como se isso não fosse cruel o suficiente, ele estava planejando usar o casamento para se livrar de mim de vez. Então eu fiz a única coisa que deveria ter feito há muito tempo — aceitei que ele e eu nunca pertenceríamos ao mesmo mundo… e desapareci da vida dele para sempre.
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O Engano do Alfa

O Engano do Alfa

Eu concordei em me transferir da Academia Central do Lobo com Lucien porque ele disse que estava sofrendo bullying. Aos dezoito anos e ainda não despertado, em uma academia obcecada por pureza de linhagem e dominância, ele se destacava de todas as formas erradas. Então, ele me implorou para partir com ele, para nos mudarmos para uma escola menos exigente, onde a linhagem importasse menos. No dia anterior ao que deveríamos finalizar tudo, eu fui procurá-lo. Do lado de fora da porta. Foi quando eu ouvi. Um de seus companheiros Betas falou arrastado, divertido. — Eu admito, Lucien. Fingir que você estava sendo caçado apenas para fazê-la deixar a Academia Central por você. Outra voz hesitou. — Vocês dois cresceram juntos. Você vai realmente deixá-la ir assim? Lucien respondeu sem pausa, seu tom relaxado, levemente divertido. — Não é nem no exterior. Ela ficará bem. Então, mais frio. — Ela se agarrou a mim desde que éramos crianças. Eu estava ficando cansado disso. Isso é… eficiente. Eu não o confrontei. Eu me virei e fui embora. De volta ao meu quarto, reabri o formulário de transferência. Risquei o nome da academia de lobisomens comum que ele alegou precisar, e escrevi o nome daquela em que meus pais insistiram anos atrás. Todos haviam esquecido de algo. Eu sou a única herdeira da Alcateia Bloodmoon. E Lucien, um filho ilegítimo tolerado pelo Alfa da Silvercrest, nunca tocaria o trono de Alfa sem um vínculo formal comigo. Um dia, ele perceberia que o que descartou não foi apenas a minha devoção.
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Não É Mais Seu Para Quebrar

Não É Mais Seu Para Quebrar

No segundo em que Zoe reiniciou sua vida e voltou ao Baile de Encontros da Elite, ela trocou sua ficha pela da meia-irmã. Sem hesitação. Porque em sua vida anterior, Connor havia se casado com Zoe, mas ela havia morrido desamparada e sem amor. Foi apenas em seu leito de morte que Zoe finalmente descobriu a verdade: Connor amava sua irmã o tempo todo. Agora, Connor agarrou o buquê destinado a Vicky, os olhos brilhando. — Vicky, você é tudo pra mim. Minha única. Então ele se virou para Zoe — e o calor desapareceu. — Zoe, você sempre foi como uma irmãzinha pra mim. Nem pense em tomar o lugar da Vicky. Aquilo doeu como um tapa. Frio, cortante, humilhante. Todo mundo achava que ela era patética. Mas desta vez, Zoe não imploraria pelo amor dele. Ela os abençoaria em vez disso — casaria com o homem que seu pai escolhera para ela e nunca mais olharia para trás.
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Luzes Sobre o Papel do Divórcio

Luzes Sobre o Papel do Divórcio

Na nossa noite de núpcias, deixei uma regra clara para o meu marido, o CEO: — Não me importo se você se apaixonar por outra, mas se ela aparecer na minha frente, você nunca mais me verá. Por isso, mesmo quando ele se encantou por uma professora, ele a manteve escondida. Deu a ela tudo o que queria, exceto a permissão para cruzar o meu caminho. Mas aquele "canário", confiante no amor dele e exibindo sua barriga de grávida, decidiu me desafiar: — O Fábio disse que nunca te amou. Ele só se casou com você por causa da família Castilho. Se tiver juízo, tire esse bebê e peça o divórcio logo. Senão, quando o Fábio te chutar, você não vai levar nem um centavo! Eu sorri, peguei o telefone e liguei para o meu pai: — Pode cancelar o investimento na família Moretti. Eu vou me divorciar.
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Do Seu Escudo ao Seu Pesadelo

Do Seu Escudo ao Seu Pesadelo

Minha família é humana. Recebemos uma vida longa do clã Thorne, algo próximo da imortalidade. Por gerações, fomos seus guardiões mais leais. E eu me apaixonei por Cedric, o lorde vampiro que eu havia jurado proteger. Por cem anos, fui seu segredo, seu pecado, sua única parceira de cama. Eu era seu escudo contra a magia negra, a protetora jurada de seu vasto clã. Achei que ganharia a marca de um vínculo eterno. Eu estava pronta para ele me transformar. Afinal, a cada lua de sangue, ele reivindicava meu corpo. Então, no auge de um prazer agonizante, ele afundava as presas no meu pescoço e bebia meu sangue. Ele pressionava os lábios frios contra minha pele e sussurrava que eu era sua única, que nenhum outro sangue, nenhum outro corpo poderia fazê-lo perder o controle daquele jeito. Mas, desta vez, no momento em que terminou, ele anunciou um vínculo eterno com Elsie, a princesa de sangue puro do clã Valerius. Ele sorriu com desdém ao ver o choque em meu rosto. "Você é apenas uma humana, agraciada com uma vida longa por meus ancestrais, que aquece minha cama. Você não achou mesmo que poderia ser minha companheira, achou?" Naquele momento, entendi. Eu era apenas uma bolsa de sangue renovável. Uma ferramenta com um propósito. Por uma aliança, por ela, ele me sacrificou. Ele me lançou no abismo e deixou a escuridão me engolir por completo. Ele achou que o Pacto do Guardião me manteria presa a ele por toda a eternidade, mas esqueceu de uma coisa. Todo pacto tem uma brecha. Então, destruí tudo o que ele já tinha me dado. Depois, com a ajuda da minha família, desapareci. Mas, quando o Lorde da Noite Eterna não conseguiu encontrar seu brinquedo favorito… enlouqueceu.
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Gêmeos do Silêncio: Minha Dor, Sua Indiferença

Gêmeos do Silêncio: Minha Dor, Sua Indiferença

Grávida de nove meses, vi a amada do meu marido se mudar para a nossa casa com uma desculpa qualquer. Ela fingia sofrimento sempre que me via, e ele me acusava de exibir a barriga só para provocá-la. — A Rafa já sofre demais! E você ainda exibe essa barriga enorme só pra machucar! Só vai aprender se eu te der uma lição. — Rosnou ele, com frieza. Sem hesitar, mandou me trancar no sótão e proibiu qualquer um de me trazer comida. Supliquei, dizendo que os gêmeos estavam grandes, que o médico havia pedido minha internação urgente, pois o parto podia acontecer a qualquer momento. Mas ele apenas riu como se eu estivesse contando alguma piada tola. — Ainda faltam três dias pro parto. Não inventa desculpa para escapar! Vai pro sótão pensar bem no que você fez! Isso é o mínimo, depois do que fez com a Rafa! — Ele insistiu, ignorando completamente a minha dor. No sótão escuro, gritei até minhas unhas se quebrarem na porta. No silêncio sufocante, as contrações rasgavam meu corpo, cada onda de dor parecia não ter fim. Coberta de sangue, exausta e ainda presa, percebi que meu filho não sobreviveria. Três dias depois, enquanto tentava tomar um mingau, meu marido, já incomodado, comentou com desprezo: — Manda a Joyce descer para me preparar o mingau, e depois vá pedir desculpas à Rafa. Se ela pedir de um jeito decente, pode até levar ela pro hospital na hora de parir. Mas ninguém respondeu, pois o sangue já escorria do sótão, degrau por degrau, inundando a casa num silêncio mais aterrador que qualquer grito.
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