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Despedida para Sempre

Despedida para Sempre

Após a morte do meu pai, eu, Lorena Lima, decidi me divorciar do meu marido, comandante do batalhão, e ficar para sempre nesta pequena vila nas montanhas. No primeiro dia, enganei meu marido para que assinasse o pedido de divórcio. No quinto dia, entreguei meu pedido de demissão no meu antigo local de trabalho. No sétimo dia, preparei um belo jantar para me despedir de todos os amigos. Vitor Brito franziu a testa, repreendendo-me por preparar pratos dos quais a sua amada não gostava. Eu me levantei e fiz um brinde à sua amada. Daquele dia em diante, Vitor não teria mais nada a ver comigo. Quinze dias depois, vi Vitor, que havia retornado de uma missão, na pequena vila nas montanhas. Só que, desta vez, a brisa noturna do campo havia deixado seus olhos vermelhos.
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Na Gaiola do Don

Na Gaiola do Don

Quando Antonio percebeu que eu já fazia uma semana sem pedir dinheiro, pareceu satisfeito. O grande Don da máfia, sempre tão distante, chegou até a me mandar uma mensagem: — Cara mia, finalmente você aprendeu a ser uma esposa digna de um Don. — Já mandei entregar a medicação especial da sua mãe esta semana. Se continuar obediente e não for gananciosa, posso lhe dar tudo. Ele só não sabia de uma coisa: no exato momento em que li aquela mensagem, eu estava imprimindo os papéis do divórcio. Vestida com um vestido de três anos atrás. Ninguém acreditaria que a glamourosa esposa do Don, invejada por todos, precisava pedir dinheiro à consigliera dele, Elena, até para comprar absorventes. Até para sair de casa, eu tinha que pedir autorização com três dias de antecedência. Antonio chamava aquilo de proteção. — Lá fora é perigoso demais, cara mia. Você só precisa ficar em casa e me obedecer. Mas, uma semana antes, minha mãe estava morrendo, e eu implorei a Elena que me deixasse sair sem passar por autorização. Ela me fez esperar cinco dias inteiros. Quando finalmente me deixaram sair, minha mãe já tinha dado o último suspiro. Medicação especial? Não importava mais. Minha mãe estava morta. Sem ela, eles perderam a única arma que tinham contra mim. E eu nunca mais vou me ajoelhar.
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De Papai para Tio

De Papai para Tio

Depois que descobri que meu marido, Leonardo Marchetti, não conseguia superar seu primeiro amor, comecei a ensinar nossa filha, Sofia, a chamá-lo de "Tio Leonardo". Sofia torceu o tornozelo na escola. No meio da noite, Leonardo recebeu um telefonema. Valentina chorava do outro lado da linha. Sua filha, Lily, teve um pesadelo e não parava de gritar por um pai. Leonardo saiu sem dizer uma palavra. Pressionei uma bolsa de gelo contra o tornozelo inchado de Sofia e sussurrei: — Diga "adeus, Tio Leonardo". Leonardo prometeu comparecer ao dia de esportes na escola de Sofia. Então Valentina ligou, soluçando que Lily não tinha um pai para participar da corrida de três pernas com ela. Leonardo saiu sem pensar duas vezes. Eu apenas entreguei o telefone para Sofia e pedi que ela dissesse ao professor: — Tio Leonardo disse que não pode vir. Todas as vezes, Sofia hesitava. Ela não entendia por que eu a fazia fazer aquilo. Até que, um dia, Leonardo finalmente percebeu o quanto tinha falhado conosco. Ele deixou de lado todos os seus negócios da máfia para o recital de piano de Sofia e jurou que não perderia. Sofia estava nos bastidores com as outras crianças. Então, o telefone de Leonardo vibrou. Era Valentina. Eu não conseguia ouvir o que ela dizia, mas podia imaginar. Lily estava chorando. Lily precisava dele. Lily não tinha um pai. Leonardo voltou. Mas, antes que ele pudesse começar a se desculpar, a voz de Sofia veio do palco: — Está tudo bem, Tio Leonardo. Pode ir cuidar da sua outra filha. A mamãe ficar aqui para me ver é o suficiente.
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A Escolhida para Morrer

A Escolhida para Morrer

A bruxa disse que minha irmã mais velha morreria aos dezesseis anos, e as profecias dela nunca erravam. Desde aquele momento, minha irmã passou a ser a pessoa mais importante da família. A melhor carne de veado era reservada para ela. A rara pele de raposa branca era dada a ela. Todas as noites, nossos pais contavam histórias para ela dormir. Eu sabia que ela era digna de pena, mas ainda assim me sentia magoada e ressentida. Então, no dia em que ela completou dezesseis anos, uma dor aguda se espalhou pelo meu peito. Com medo de que eu causasse problemas, meus pais me trancaram no porão. — Mãe, por favor… — chorei, batendo na porta. — Consigo sentir minha loba interior ficando mais fraca. Me deixa sair… No entanto, minha mãe disse sem hesitar: — Não! Hoje é um dia importante para sua irmã. Só resta um dia para ela. Aguente só mais um pouco… Quando finalmente fechei os olhos e minha alma se desprendeu do meu corpo, vi a sala de estar tomada por uma luz quente de velas. Meus pais seguravam minha irmã, viva e perfeitamente bem, enquanto choravam. Só então percebi que a profecia da bruxa realmente nunca errava. A escolhida para morrer nunca foi minha irmã.
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Reencarnar Para Viver Bem

Reencarnar Para Viver Bem

Depois de renascer, decidi que não iria mais me apegar obsessivamente a Wagner Rocha. No aniversário dele, ele colocou uma placa dizendo: [Cachorros e Juliana Campos não entram]. Dei meia-volta imediatamente e fui para São Cristóvão, ficando bem longe dele. Ele disse que sentia enjoo ao sentir meu cheiro em casa, então obedeci e me mudei sem questionar. Disse também que, após a formatura, não queria nem respirar o mesmo ar que eu na cidade, então parti rapidamente e nunca mais voltei. Por fim, afirmou que a minha presença poderia fazer Clarinda Prado entender as coisas de forma errada. Eu apenas assenti, e logo comecei a sair com outra pessoa. Fui repetidamente fazendo escolhas opostas às que fiz na minha vida passada. Tudo porque, na vida anterior, depois de finalmente me casar com Wagner, Clarinda se jogou de um penhasco e tirou a própria vida. Ele me chamou de assassina, me torturou, me maltratou e, no fim, me deixou morrer no fundo do mar. Desta vez, só quero viver bem. Depois, quando segurei a mão do meu novo namorado, Wagner ficou parado no meio do caminho, os olhos injetados de sangue. — Juliana Campos, se você vier comigo agora, eu perdoo a brincadeira que você fez.
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O Antídoto

O Antídoto

O homem por quem eu me apaixonara e seu pai haviam sido envenenados com afrodisíaco. Sem hesitação, tirei minhas roupas para ajudar o pai dele - Henrique Costa. Na minha vida passada, fui forçada a ser o antídoto para Rafael Costa, chegando a dar à luz seu filho. Mas ele passava noites longe de casa, mantendo sua pureza para seu "verdadeiro amor". No quinto ano de casamento, ele nos cortou em pedaços - a mim e ao nosso filho - e nos enterrou como fertilizante no pomar de romãs dela. Ele estava convencido de que eu, com más intenções, o havia drogado para aquela noite de paixão, impedindo-o de ficar com quem realmente amava, levando sua amada ao suicídio longe de casa. Quando acordei, me vi de volta ao momento do envenenamento. Nesta vida, eu escolhi me tornar a nova esposa de seu pai...
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O Nascimento que Derrubou o Chefe

O Nascimento que Derrubou o Chefe

Com nove meses de gravidez, eu estava na reta final do meu termo, pronta para dar à luz a qualquer momento. Mas meu marido, Vito Falcone, subchefe da família, havia me trancado. Ele me mantinha em uma sala médica subterrânea e estéril, injetando-me um medicamento que suprimia o trabalho de parto. Enquanto eu gritava de dor, ele friamente me dizia para aguentar. Porque se esperava que a viúva de seu irmão, Scarlett, entrasse em trabalho de parto exatamente na mesma hora. Um juramento que ele fizera ao seu irmão falecido declarava que o primogênito herdaria o lucrativo território da família na Costa Oeste. — Essa herança pertence ao filho de Scarlett. — Disse ele. — Com Daemon morto, ela está sozinha e desamparada. Você tem meu amor, Alessia. Todo ele. Só preciso que ela dê à luz em segurança. Depois será a sua vez. — Continuou. A droga era um tormento constante. Implorei para que ele me levasse a um hospital. Ele me agarrou pelo pescoço, forçando-me a encarar seu olhar gelado. — Pare isso! Eu sei que você está bem. Está apenas tentando roubar a herança. — Disse, com voz cortante. Meu rosto estava pálido. O corpo convulsionava enquanto eu conseguia sussurrar, desesperada: — Não me importo com a herança. Eu só quero que nosso filho nasça em segurança! Ele zombou. — Se você realmente fosse tão inocente, não teria forçado Scarlett a assinar aquele acordo pré-nupcial, renunciando aos direitos de herança do filho dela. — Disse. — Não se preocupe, voltarei para você depois que ela der à luz. Afinal, você carrega minha própria carne e sangue. — Completou. Ele passou a noite inteira em vigília do lado de fora da sala de parto de Scarlett. Só depois de ver o recém-nascido em seus braços é que ele se lembrou de mim. Finalmente, enviou seu segundo em comando, Marco, para me libertar. Mas quando Marco finalmente ligou, sua voz estava trêmula: — Chefe… a senhora e o bebê… se foram. Naquele momento, Vito Falcone se despedaçou por dentro.
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O Súcubo

O Súcubo

Aline Diani
Diana e Adeline eram duas estudantes do ensino médio de uma escola particular. Elas sofriam bullying na escola, Diana por ser pobre e Adeline por ser considerada feia. Um dia a colega de classe delas, Nadine, participa de um ritual ocultista e descobre que Adeline pode atrapalhar seus planos com Henrique, o garoto mais popular da escola. Ela recebe uma proposta, caso ela entregue duas almas no ritual, ela conseguirá ficar com Henrique, então ela decide Diana e Adeline, e consegue. Tudo estava perfeito para Nadine, até que Diana volta para se vingar.
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A Outra Mulher do Don

A Outra Mulher do Don

Por sete anos, fui o segredo mais bem guardado de Adrian Moretti, o Don da Máfia. Ele nunca segurou minha mão em público. Nunca tirou uma foto ao meu lado. Nunca deixou no mundo uma única prova de que eu era a mulher dele. Dizia que, quando ninguém mais pudesse me ferir, me assumiria diante de todos. Eu esperei. Na véspera do nosso sétimo aniversário, encontrei um anel de diamante de dez quilates escondido no paletó dele. Chorei, achando que, enfim, eu sairia das sombras. Na manhã seguinte, vesti meu melhor vestido, usei o único perfume que ele me deu e ensaiei, diante do espelho, o sorriso com que diria sim. Então a manchete explodiu no meu celular: [A blogueira Bianca Conti aceita o centésimo pedido de casamento do namorado e encerra sete anos de conto de fadas.] Na foto, ela beijava um homem. E na mão que segurava sua nuca havia uma cicatriz que eu conhecia melhor que qualquer joia. A cicatriz que Adrian ganhou ao levar uma facada por mim.
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O Cachorro ou o Nosso Filho?

O Cachorro ou o Nosso Filho?

Eu me chamo Ângela Guedes. No dia do quinto aniversário do meu filho, nós três fomos assistir a uma chuva de meteoros. No meio do passeio, meu marido atendeu um telefonema e partiu às pressas. No meio da noite, meu filho teve uma crise de asma, e o único remédio estava no carro do meu marido. Eu corria desesperada pelo campo deserto, segurando meu filho nos braços, ligando repetidamente para meu marido, mas recebi apenas uma mensagem fria: [Tenho uma emergência, não perturbe.] No dia seguinte, finalmente consegui falar com ele, mas quem atendeu foi a primeira namorada dele. — O meu cachorrinho morreu repentinamente ontem à noite. O Fidel ficou com medo de que eu ficasse muito triste e passou a noite comigo. Ele acabou de pegar no sono. Se tiver algo a dizer, pode falar para mim. Passei a mão pelo rostinho do meu filho, gelado, e senti o mundo desabar em silêncio. — Diga a ele que quero o divórcio.
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