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Ela Importa, Eu Saio

Ela Importa, Eu Saio

GardêniaMagnata poderosoHipócritaCanalhaReconquistar a EsposaKarmaArrependimentoDramático e exageradoHistória empolgante
Duas semanas antes do casamento, Theo Salles de repente adiou a cerimônia de novo. — A Suzana disse que nesse dia vai inaugurar sua primeira exposição. — Explicou ele. — Ela vai estar sozinha na abertura, tenho medo que ela não consiga segurar a pressão. Com certeza vai precisar de alguém ao lado. — Continuou. — Nós não precisamos dessa formalidade. Casar hoje ou amanhã, qual é a diferença? Mas essa já era a terceira vez que ele adiava nosso casamento por causa da Suzana Lima. Na primeira vez, ele disse que Suzana tinha saído de uma cirurgia e sentia falta da comida da terra natal. Então, sem hesitar, ele foi para o exterior cuidar dela por dois meses. Na segunda vez, ele disse que Suzana ia se isolar nas montanhas para pintar em busca de inspiração. Ficou preocupado achando que não era seguro ela ir sozinha, por isso, foi junto. Esta é a terceira vez. Desliguei o telefone e olhei para Léo Duarte, meu amigo de infância, sentado preguiçosamente à minha frente. A bengala na sua mão, incrustada de esmeraldas, batia ritmicamente no chão de mármore. Você ainda quer uma esposa? — Perguntei. No dia do meu casamento, Suzana, sorridente e encantadora, ergueu sua taça esperando que um homem brindasse com ela. Mas esse homem, de olhos vermelhos, estava assistindo ao vivo o casamento do herdeiro do maior grupo imobiliário do país, o Grupo Duarte.
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O Alfa Escolheu O Bastardo, Eu Escolhi A Vingança

O Alfa Escolheu O Bastardo, Eu Escolhi A Vingança

AuroraVingançaParcial / EgoístaHistória empolganteReviravoltaDramático e exageradoCompanheiroProtagonista poderosa / Mulher forteReconquistar a EsposaArrependimento
Meu filho de três anos, Ethan, se perdeu e acabou no território dos renegados, onde foi brutalmente assassinado. Quando fiquei sabendo disso, eu simplesmente desmaiei. Quando acordei, meu companheiro Alfa, Alexander, segurava minha mão com força. A voz dele estava rouca de tanto chorar. — Ivy, eu juro que vou vingar o Ethan. Vou dilacerar esses malditos renegados com minhas próprias garras. Mas apenas três dias depois, durante o funeral, eu ouvi uma conversa entre Alexander e o seu Beta, Marcus. — Alfa, eu não entendo — Marcus parecia confuso — Por que você não deixou o médico da alcateia salvar o Ethan? Ele só estava muito machucado, mas se tivéssemos agido a tempo... — Foi o Lucas. Ele empurrou o Ethan sem querer no território dos renegados — a voz de Alexander estava carregada de dor — mas ele é só uma criança que não conhece os limites do território. Ele não fez de propósito. — Se eu tivesse deixado o médico cuidar do Ethan, o menino teria contado a verdade a todos. Sophia acabaria presa e o Conselho condenaria Lucas à morte. Eu não podia deixar isso acontecer. — Alexander completou. — Mas e o herdeiro da alcateia? — Marcus perguntou, apreensivo. — Não faz diferença — a voz de Alexander voltou a uma calma assustadora — Assim que Ivy se acalmar, eu vou trazer o Lucas de volta. Nós vamos dizer que ele é um órfão adotado e o próximo Alfa será criado pela própria Ivy. Então, a pessoa que matou o meu filho era o filho ilegítimo dele com a amante. Meu filho poderia ter sido salvo, mas Alexander preferiu sacrificar o meu Ethan por causa desse bastardo. Disquei um número que não ligava há cinco anos. — Papai, sou eu. A Ivy. — Mudei de ideia — disse, com a voz soando fria e firme. — Vou voltar para herdar a Alcateia Real. — E quanto à Alcateia Pedra da Lua? — Eu quero que a Pedra da Lua seja apagada da existência.
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Grávida de Novo, Fiz o CEO Chorar por Mim

Grávida de Novo, Fiz o CEO Chorar por Mim

Maya PeixotoContemporâneoAmor e ÓdioCEOHomem arrependidoMal-entendidoCoração PartidoVerdade Oculta
Durante três anos de casamento, o que Miguel Pereira mais soube fazer foi enfiar facas no coração de Elisa Soares. Mesmo com os sogros não gostando dela, com o orientador decepcionado, Elisa ainda quis usar o próprio coração para aquecer o marido. Só agora ela descobriu que a mulher que Miguel nunca esqueceu era justamente a noiva do próprio irmão. Que ironia. Ela quis ter um filho. Pelo menos assim poderia envelhecer ao lado de Miguel. Mas disseram a ela que não tinha esse direito. Mais irônico ainda. No dia do aniversário de casamento, Elisa escolheu ir embora de vez. Mergulhou na pesquisa, ganhou prêmios, levou reconhecimento para o país. Ela começou a brilhar. E homens excelentes, querendo se aproximar, não faltavam ao redor dela. Três anos depois, Elisa saiu da maternidade segurando a mão da criança. Miguel a interceptou como se tivesse perdido o controle. — Você estava grávida? Elisa sorriu e olhou para ele de cima. — Eu ter um filho tem alguma coisa a ver com o meu ex-marido?
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O Antídoto

O Antídoto

Lua de JunhoDuplo renascimentoCalculistaExcêntrico(a)VingançaBullyingDiferença de idadeHistória empolganteDramático e exageradoBizarro
O homem por quem eu me apaixonara e seu pai haviam sido envenenados com afrodisíaco. Sem hesitação, tirei minhas roupas para ajudar o pai dele - Henrique Costa. Na minha vida passada, fui forçada a ser o antídoto para Rafael Costa, chegando a dar à luz seu filho. Mas ele passava noites longe de casa, mantendo sua pureza para seu "verdadeiro amor". No quinto ano de casamento, ele nos cortou em pedaços - a mim e ao nosso filho - e nos enterrou como fertilizante no pomar de romãs dela. Ele estava convencido de que eu, com más intenções, o havia drogado para aquela noite de paixão, impedindo-o de ficar com quem realmente amava, levando sua amada ao suicídio longe de casa. Quando acordei, me vi de volta ao momento do envenenamento. Nesta vida, eu escolhi me tornar a nova esposa de seu pai...
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A Noiva Que Perdeu Tudo

A Noiva Que Perdeu Tudo

Anna SmithReconquistar a EsposaRomance doce e amargoReviravoltaMáfiaDestruidora de laresCasamento
No dia que deveria ser o meu casamento... a noiva não era eu. A cerimônia pela qual esperei durante cinco anos se transformou em uma piada quando Valentina, minha irmã, entrou pelo corredor de mármore usando um vestido de noiva branco. Seu braço estava entrelaçado ao de Luca, o homem que deveria estar me esperando no altar. — Sinto muito, Bianca. — Disse ela suavemente. — Mas hoje você não é mais a noiva. Então ela tocou a própria barriga, os olhos brilhando de triunfo. — Estou grávida do filho de Don Romano. Suas palavras explodiram dentro da minha cabeça, e o mundo inteiro mergulhou no silêncio. Como se temesse que eu não acreditasse, ela ergueu algo brilhante em direção à luz. Uma imagem de ultrassom em preto e branco. Nela, lia-se claramente: Idade gestacional — 12 semanas. Meus olhos arderam, as lágrimas queimando enquanto me virei para Luca, procurando desesperadamente qualquer coisa, uma negação, uma explicação, arrependimento. Em vez disso, ele apenas suspirou, cansado e resignado. — Bianca, me desculpa... — Disse ele, impotente. — Valentina não tem muito tempo de vida. Este casamento… era o último desejo dela. — Eu vou compensar você. — Acrescentou. — Podemos ter outro casamento depois. Meu pai, Moretti, estava atrás dele, usando a mesma expressão severa que carregou durante toda a minha vida. Nunca o vi sorrir para mim, nem uma única vez. — Bianca!! — Disse ele, ríspido. — Sua irmã está morrendo. Deixe que ela fique com isso. Meu irmão assentiu em silêncio, como se isso fosse uma resposta suficientemente sólida. Durante toda a minha vida, eles sempre a escolheram, as lágrimas dela, seus caprichos, suas necessidades, acima das minhas. Hoje não foi diferente. Algo dentro de mim se quebrou silenciosamente. Tudo bem. Se ninguém nesta família se importa comigo, eu vou embora.
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Meu Filho Usou Sua Vida Para Meu Marido Ver Meu Cadáver

Meu Filho Usou Sua Vida Para Meu Marido Ver Meu Cadáver

NewtonMagnata poderosoFrio(a) / InsensívelParcial / EgoístaTraiçãoDrama familiarKarmaRomance dolorosoDramático e exageradoLiteratura sobre morte
Depois de ser empurrada escada abaixo pela queridinha do meu marido, morri de parto no canto da escada do hospital particular da família Moreira. Antes de morrer, meu filho de seis anos chorou, implorando para que seu pai me salvasse. Na primeira vez, Davi Moreira apenas riu com desprezo: — Sua mãe ficou esperta, hein? Usando a criança para bancar a coitadinha e me enganar. E, dito isso, afastou a mão do menino sem nenhuma piedade e foi embora. Na segunda vez, meu filho disse que eu não parava de sangrar. Davi respondeu com impaciência no rosto: — Que exagero... Foi só um aborto espontâneo. Nada demais. Ela que gosta de drama! Depois de expulsar o menino, ele ainda ordenou aos médicos que nnguém deve cuidar de mim. — A culpa é minha por tê-la mimado demais. Sem sofrer, ela nunca vai aprender. Na última vez, meu filho se ajoelhou diante da amante dele, batendo a cabeça no chão, suplicando por mim. Davi explodiu de raiva e mandou os seguranças jogarem o menino, todo machucado, para fora do quarto, enquanto todos riam dele. — Se ousar incomodar a recuperação da Marina mais uma vez, mando sua mãe embora da família Moreira e você nunca mais vai vê-la! Meu filho rastejou até mim, deixando um rastro de sangue no chão. Dessa vez, você conseguiu. Nossos corpos estão frios. Nunca mais nos verá nesta vida.
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Meu Amor, Teu Desdém.

Meu Amor, Teu Desdém.

Grão de NozMédico(a)AmanteLúcido(a) e independenteTraiçãoArrependimentoKarmaLaços FamiliaresReconfortanteHistória empolgante
— Malu, eu te amarei para sempre! — Eduardo rugiu em desespero com a voz carregada de desejo. No instante em que estavam prestes a alcançar o clímax, o celular dele começou a vibrar insistentemente. Em um momento como aquele, é claro que ele não deu importância. Mas logo a tela se acendeu e, no momento, que ele reconheceu o nome escrito na notificação, seus movimentos pararam de repente. Maria Luíza ouviu-o atender: — Alô? — Edu, você sabia que a Jordana... — No silêncio da noite, a voz do outro lado soou nítida. — Fale mais baixo, o momento não é conveniente. — Eduardo interrompeu em árabe, num tom contido. — O resultado dos exames saiu. — Do outro lado, a pessoa também passou a falar árabe, mas a voz continuava alta. — Jordana está com câncer terminal, e só tem um mês de vida! Ela quer ser sua esposa. Você pode realizar o último desejo dela antes que ela morra? — O quê? — O rosto de Eduardo mudou drasticamente. — Espera por mim! — Malu, surgiu uma urgência. — Ele se voltou para Maria após desligar o telefone. — Eu preciso sair um instante. Fique em casa descansando, eu volto logo. Sem esperar pela resposta dela, Eduardo levantou-se, lavou-se rapidamente, trocou de roupa e saiu sem olhar para trás. Logo em seguida, o celular de Maria vibrou. A tela iluminada mostrava a mensagem de Jordana Torres: [Maria, você perdeu. Eu já te disse antes que o Eduardo é meu.] E logo acima, tinha uma mensagem enviada por ela três dias antes: [Se eu tivesse câncer, você acha que Eduardo te deixaria para vir atrás de mim? Eu aposto que sim.] O olhar de Maria ergueu-se lentamente desviando a tela do celular até a porta do quarto, ainda aberta. Eduardo não sabia, mas ela já dominava o idioma árabe há tempos, e tinha entendido cada palavra daquela conversa. Depois de muito tempo em silêncio, um sorriso amargo se desenhou em seu rosto. — É... eu perdi...
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O Amor Que Ficou Para Trás

O Amor Que Ficou Para Trás

Batata-DoceRomance dolorosoObsessivo(a)Dramático e exageradoParcial / EgoístaMédico(a)Frio(a) / InsensívelCasamentoTraiçãoCrime
Houve uma confusão no hospital quando o familiar de um paciente começou a levantar uma faca. Instintivamente, tentei empurrar meu marido, Dr. Ricardo Lourenço, para longe. Mas, ele agarrou minha mão e me colocou na frente da sua protegida, Camila Xavier. Aquela facada entrou no meu abdômen, matandoo bebê que acabava de se formar. Quando meus colegas me encaminharam às pressas para a UTI, chorando, Ricardo me arrancou da maca. — Salvem a Camila primeiro! — Ele berrou. — Se acontecer qualquer coisa com ela, eu demito todo mundo! Os médicos ficaram chocados e furiosos: — Dr. Ricardo, você enlouqueceu? A Camila só teve um corte superficial. Sua esposa está em estado grave! Eu toquei meu ventre que sangrava sem parar e assenti devagar: — Deixe como está. Estamos quites, Ricardo.
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As Desculpas Chegaram Tarde Demais

As Desculpas Chegaram Tarde Demais

Lara DimsonFamília ArrependidaCrescimento femininoLaços FamiliaresReviravoltaParcial / EgoístaLúcido(a) e independenteDrama familiar
Na manhã do meu décimo oitavo aniversário, eu desmaiei na clínica da alcateia após minha nonagésima nona doação de sangue para minha irmã gêmea, Maeve. Ela havia sido amaldiçoada desde o nascimento uma maldição que só podia ser contida pelo meu sangue. O vínculo que compartilhávamos desde o ventre era a única coisa mantendo a magia sombria sob controle. Quando acordei, a curandeira me disse que eu havia desenvolvido anemia aplástica uma condição rara em que a medula óssea começa a falhar. Anos de doações constantes finalmente haviam destruído meu corpo, e minha loba, Aurora, estava fraca demais para lutar contra aquilo. Corri para contar à minha família, esperando que, desta vez, fosse diferente, apenas para encontrá-los na confeitaria encomendando um bolo de aniversário personalizado com apenas o nome de Maeve. Eles tinham esquecido completamente do meu aniversário, mesmo sendo gêmeas e tendo nascido com apenas cinco minutos de diferença. No começo, meu sacrifício era recebido com amor e elogios. Agora, não passava de uma obrigação que todos esperavam de mim. Minha família havia escolhido Maeve em vez de mim inúmeras vezes antes. Desta vez, eu decidi escolher a mim mesma. Eu tinha duas semanas antes de desaparecer daquela casa da alcateia e da vida deles. Duas semanas para preparar tudo em silêncio enquanto permaneciam completamente alheios. Eles pensariam que eu finalmente havia aprendido meu lugar como a fonte de sangue de Maeve. Mas nunca perceberiam que eu estava contando os dias até desaparecer da vida deles para sempre. Quando descobrissem, já seria tarde demais.
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Eu Me Matei, Mas Não Morri

Eu Me Matei, Mas Não Morri

NoorieRenascimentoRomance dolorosoHistória empolganteParcial / EgoístaVampiroLúcido(a) e independenteContra-ataqueArrependimentoReatar um relacionamento rompido
Depois de passar dez anos correndo atrás do meu amor não correspondido, Edward Lightwood finalmente me aceitou como sua companheira de sangue. Mas, no dia em que faríamos nosso juramento eterno, seu primeiro amor, Beth — do clã aliado — foi assassinada por um grupo de caçadores de vampiros. Ele me culpou pela morte dela. E passou a me torturar todos os dias. Me expôs ao sol eterno, cravou estacas de madeira no meu corpo — sempre calculando para não me matar — e depois me trancou no porão. Exausta e com o coração em pedaços, eu peguei uma estaca de carvalho… E a cravei no meu próprio peito, bem na frente dele. Eu me matei. Mas… não morri. Renasci no dia em que confessei meus sentimentos para Edward. Mas desta vez… Eu não vou cometer o mesmo erro. Vou ficar o mais longe possível dele.
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ZURÜCK
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