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Quando o Amor Vira a Faca

Quando o Amor Vira a Faca

Depois que me recusei a doar meu útero para minha irmã, o amigo de infância com quem cresci passou a me odiar profundamente, a ponto de me levar para a cama de um herdeiro de uma poderosa família. Diziam que ele sempre detestou mulheres pegajosas, e todos aguardavam ansiosos para ver minha ruína, mas ninguém imaginava que ele acabaria me mimando como ninguém. Num piscar de olhos, três anos se passaram. Ao suspeitar que estivesse grávida, fui ao hospital para fazer exames e, por acaso, acabei ouvindo a conversa entre ele e o médico: — Aureliano, há três anos você me fez transplantar secretamente o útero da Juliana para a irmã dela, e agora quer que eu a engane, dizendo que ela nasceu infértil. Como consegue ser tão cruel com uma mulher que te ama? — Não há outra escolha. Se a Isabela não puder ter filhos, provavelmente vai sofrer na família do marido. Ela é a única compatível. Aquela voz masculina, tão familiar, soava fria a ponto de se tornar irreconhecível. Foi então que percebi que o amor e a redenção em que sempre acreditei não passavam de mais um engano. Se é assim... Então eu simplesmente vou embora.
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Nada Resta Onde Queimou o Amor

Nada Resta Onde Queimou o Amor

Na véspera do meu casamento, sofri um grave acidente de carro e entrei em coma. Enquanto eu lutava pela vida, meu noivo não hesitou: anulou o casamento e se casou com a amiga de infância dele, Letícia. Minha mãe, inconformada, tentou buscar justiça, mas morreu tragicamente no caminho. No pior momento da minha vida, meu amigo de infância, Alexandre, ajoelhou-se na porta do hospital com um dote de um milhão e cuidou do funeral da minha mãe. Fui levada para a cirurgia, sobrevivi… mas fiquei com sequelas permanentes. E ainda assim, Alexandre me prometeu uma vida inteira ao lado dele. Comovida, aceitei me casar. Cinco anos depois, ouço sem querer uma conversa entre ele e a secretária: — Sr. Alexandre, o senhor não teme que a Sra. Selene descubra que foi o senhor quem mandou atropelá-la, só pra que Letícia pudesse se casar com o amor da vida dela? — Por Letícia, eu faria tudo. Já dei minha vida inteira pra Selene Duarte. Não chega? Tapei a boca, segurando o choro. Foi naquele instante que entendi que meu casamento sempre foi uma mentira. Se era só uma substituição, então que fique com o lugar que sempre foi dela. Eu vou embora.
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Reencarnar Para Viver Bem

Reencarnar Para Viver Bem

Depois de renascer, decidi que não iria mais me apegar obsessivamente a Wagner Rocha. No aniversário dele, ele colocou uma placa dizendo: [Cachorros e Juliana Campos não entram]. Dei meia-volta imediatamente e fui para São Cristóvão, ficando bem longe dele. Ele disse que sentia enjoo ao sentir meu cheiro em casa, então obedeci e me mudei sem questionar. Disse também que, após a formatura, não queria nem respirar o mesmo ar que eu na cidade, então parti rapidamente e nunca mais voltei. Por fim, afirmou que a minha presença poderia fazer Clarinda Prado entender as coisas de forma errada. Eu apenas assenti, e logo comecei a sair com outra pessoa. Fui repetidamente fazendo escolhas opostas às que fiz na minha vida passada. Tudo porque, na vida anterior, depois de finalmente me casar com Wagner, Clarinda se jogou de um penhasco e tirou a própria vida. Ele me chamou de assassina, me torturou, me maltratou e, no fim, me deixou morrer no fundo do mar. Desta vez, só quero viver bem. Depois, quando segurei a mão do meu novo namorado, Wagner ficou parado no meio do caminho, os olhos injetados de sangue. — Juliana Campos, se você vier comigo agora, eu perdoo a brincadeira que você fez.
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Sem Toque, Um Amor Desperdiçado

Sem Toque, Um Amor Desperdiçado

Casados há três anos, Heitor Mendes tratava Patrícia Vieira com uma frieza cortante, mas a amante dele ousou ultrapassar todos os limites ao enviar uma foto vestindo a camisola de Patrícia. [Patrícia, não fique brava. O Heitor disse que eu fico melhor com essa roupa do que você.] A amante acariciava a barriga levemente arredondada, enquanto lançava um olhar cheio de desprezo e provocação para Patrícia. Durante três anos de casamento, Patrícia dormiu sozinha na cama de casal, acreditando que o marido estava apenas focado no trabalho. Até que a amante apareceu, tirando-a de vez do lugar que ela ocupava. Foi então que Patrícia entendeu: todo o amor e dedicação de anos haviam sido despejados em um verdadeiro ingrato. — Me dê metade dos bens e eu entrego o lugar de Sra. Mendes ao seu "primeiro amor"! Patrícia deixou os papéis do divórcio sobre a mesa e saiu da casa que antes chamava de lar, dando espaço para que os dois traidores ficassem juntos. O que ela nunca imaginou era que, ao pedir o divórcio, o homem frio e distante que ela conhecia iria chorar até os olhos ficarem vermelhos e se ajoelhar aos seus pés, implorando por uma segunda chance.
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vanessa ubaldo
eu gostei bastante até onde fiz a leitura do livro, as coisas ficaram mais claras, Heitor tem que contar para Patrícia, eu vejo que ele é muito inocente, outra coisa vilã da Hana, só que para filha e o que ela não conseguiu.
Maria Rita Areal
A autora não finalizou o livro ,até o capítulo q eu li ,excelente . Mas não tem o final ,daí ,se vc vai começar a ler ...se prepare porque vc não vai ver a trama toda ,que por sinal é excelente ,mas a autora não finalizou ,já tem mais de 1 mês q parei de ler . Fui pra outro livro q tem final
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Quando Meu Amor Centenário Virou Cinzas

Quando Meu Amor Centenário Virou Cinzas

Estou prestes a firmar um vínculo de sangue com outro lorde vampiro. Mas meu parceiro de um século, Kaelan, não faz ideia. Ele está ocupado demais se aproximando da nova assistente humana dele, Sylvia. Eles passam noites inteiras no escritório, sob o pretexto de "pesquisar sangue sintético". Ele até transformou o nosso aniversário de cem anos na festa de aniversário dela. Diante de todos, Kaelan apresentou a ela um bolo Floresta Negra decorado com Sinos de Prata. Eles riam, passando glacê um no outro. Até esqueceram que aquelas flores são um veneno mortal para mim. Meu poder se despedaçou. A agonia me rasgou por dentro enquanto sombras se agitavam, incontroláveis. Os guardas da minha família tiveram que arrastar meu corpo convulsionando para longe. E, enquanto eu me recuperava sozinha no caixão frio e escuro, Kaelan ainda estava na festa, se banhando nos aplausos para ele e Sylvia. O sangue em minhas veias virou gelo. Um século de amor e esperanças virou cinzas. Naquele momento, eu aceitei o acordo da minha família. Sem hesitar. Uma união com o lorde do Trono de Obsidiana — um vampiro que dizem ser a própria encarnação do poder.
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Veneno Silencioso

Veneno Silencioso

No quinto ano de casamento, Virgínia Prado reclamou que o suplemento de vitamina C que o marido havia comprado era amargo demais. Ela decidiu levar o frasco ao hospital. O médico, após examinar o conteúdo, ergueu os olhos e disse que aquilo não era vitamina C. — Doutor, pode repetir o que disse? — Perguntou Virgínia. — Repetir quantas vezes não vai mudar nada. — Respondeu o médico, apontando para o frasco. — Isto aqui é mifepristona. Se for ingerido em excesso, não só causa infertilidade, como também prejudica seriamente o corpo. Virgínia sentiu a garganta apertar, como se algo a estivesse sufocando. A mão dela que segurava o frasco ficou pálida de tanto que ela o apertava. — Isso é impossível. Foi o meu marido que preparou isso para mim. Ele se chama Marcus Mello. Ele também é médico aqui no hospital. O médico ergueu a cabeça e olhou para Virgínia com um olhar estranho, carregado de algo difícil de decifrar. Por fim, ele sorriu de forma enigmática e disse: — Senhora, é melhor você procurar o setor de psiquiatria. Todos aqui conhecem a esposa do Dr. Marcus. Há dois meses ela deu à luz. Não perca seu tempo, querida. Você não tem chance.
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De Donna a Médica: Minha Segunda Vida Começou

De Donna a Médica: Minha Segunda Vida Começou

Quando dei por mim, eu já era uma esposa invisível ao lado do meu marido, Adrian Kane, o Don da máfia. Eu era uma dona de casa enterrada em tarefas domésticas e nos cuidados com os filhos, enquanto meu marido desfilava por aí com Viola, a secretária dele, que era dez anos mais nova do que eu. — Ela é inteligente e sabe como me ajudar. — Adrian disse uma vez. Naquela noite, completávamos dez anos de casamento. Vi um vestido elegante de grife e um colar expostos na sala de estar. Por um segundo, fiquei feliz. "Será que Adrian finalmente decidiu me levar ao encontro anual da máfia deste ano e me apresentar como sua Donna?" No fim, o vestido e a joia eram para Viola. Mais tarde naquela mesma noite, peguei Adrian entrando escondido com Viola. Os dois estavam bêbados, com as mãos passeando pelo corpo um do outro, como se eu nem existisse. Apenas fiz uma ligação: — Vou entrar para o programa Médicos Sem Fronteiras. Me mandem para longe. Antes de me casar com Adrian, meu futuro era na medicina. Mas eu abri mão de tudo por ele. Agora? Chegou a hora de escolher a mim mesma e deixar para trás tudo aquilo que, no fundo, nunca foi realmente meu.
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A Gota d’Água

A Gota d’Água

Enquanto o Alfa Leon dançava com sua assistente na pista, eu bebia vinho com os clientes. Para não ofender ninguém, deixei que um cliente bêbado roçasse a mão fria em minha coxa. Mesmo assim, Leon nem sequer olhou para mim. Toda a atenção dele estava voltada para a assistente. Ele a ajudava a afastar alguns fios soltos da testa e perguntava, com voz suave, se ela estava com fome. Quando o banquete terminou, a assistente reclamou que estava entediada, e Leon imediatamente a levou embora, me deixando sozinha para lidar com a próxima rodada de brindes. — A jovem loba anda muito ocupada com o trabalho ultimamente. Só vou levá-la para relaxar um pouco. — Você não gosta de bares, então não nos siga. — Além disso, não vou voltar esta noite. Vamos adiar a marcação de amanhã para outro dia. Nós estávamos juntos há cinco anos. Embora ele tivesse me dado o título de Luna, ainda não havia me marcado. Essa foi a nonagésima nona vez que Leon Gray cancelou por decisão própria a minha marcação. Então, apenas assenti. Já que ele estava sempre tão ocupado, talvez essa marcação realmente não fosse necessária.
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O Inverno Que Já Não Traz Geada

O Inverno Que Já Não Traz Geada

Meu pai nos levou ao mercado negro para escolher um par de gêmeos como nossos guarda-costas. Minha mana escolheu primeiro o irmão mais velho, alto e forte, e me deixou com o caçula, o "mudo" que mal respirava. Com pena dele, acabei deixando que ficasse ao meu lado. Ele não falava, então eu o levava para procurar médicos e remédios. Ele tinha uma mania séria de limpeza, então eu mantinha distância. Eu achava que ele só tinha passado por algum trauma para ficar daquele jeito. Até que os inimigos do meu pai sequestraram a mim e à minha mana. E ele me largou para trás, escolhendo sem hesitar morrer bloqueando a bala pela minha mana. Antes de morrer, ele falou pela primeira vez, com os olhos vermelhos, olhando para ela: — Finalmente você pode me ver. E, para mim, ele disse: — Na próxima vida... por favor, não me escolha. Só então percebi que ele não era mudo, nem tinha mania de limpeza. Esse "mudo" e essa "mania" eram só para mim e mais ninguém. Quando abri os olhos de novo, voltei ao dia em que fomos escolher os guarda-costas. Desta vez, fiz exatamente como ele queria.
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Eu Morri, e Minha Família Inteira Comemorou

Eu Morri, e Minha Família Inteira Comemorou

Quando eu estava com sete meses de gravidez, eu morri. O mandante por trás de tudo era meu marido. Quando ele soube que o sangue de um bebê prematuro podia salvar a minha irmã, ele se aliou a uma clínica clandestina e mandou me abrir à força, tirando o meu filho. Depois de drenarem o sangue do bebê, ele virou as costas e foi embora, deixando a criança prematura tão fraca que não conseguiu sobreviver. Depois disso, o meu pai e minha mãe disseram: — Isso é o que você devia para a Kayra. Já estava na hora de pagar. O meu marido disse: — No futuro, a gente pode ter outro filho. Desde quando uma criança é mais importante que a vida da Kayra? Meu sangue ferveu, minha indignação era tão grande que tive uma hemorragia fatal e morri. Minha alma ficou pairando sobre a cena, olhando enquanto eles corriam para iniciar a cirurgia da minha irmã. Eles estavam com tanta pressa que nem sequer tiveram tempo de trocar minhas roupas e colocar uma mortalha limpa. Ninguém chorou por mim. Ninguém perdeu o controle. Empurraram meu corpo para o necrotério sem demonstrar nenhuma emoção, e a família inteira comemorou a recuperação de Kayra Marinho. Quando abri os olhos novamente, eu tinha voltado três meses no tempo, justamente no dia em que toda a minha família me pressionava a pedir o divórcio.
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