Não dá para negar que casamento por contrato pode ser um tremendo alívio financeiro, especialmente quando as duas partes têm objetivos claros e querem evitar confusão no futuro. Já vi amigos que mergulharam de cabeça em relacionamentos sem nenhum tipo de planejamento e, quando as coisas desandaram, ficaram presos em disputas intermináveis sobre dinheiro, bens e até pensão. Um acordo pré-nupital bem estruturado pode definir desde a divisão de bens até como serão tratadas dívidas conjuntas, o que é uma mão na roda se o amor não der certo.
Mas não é só sobre proteger o bolso — também pode ser uma forma de começar o casamento com transparência. Quando tudo está acertado antes, evita-se aquelas discussões tensas sobre quem paga o quê ou como será a vida financeira do casal. E, convenhamos, ninguém quer ter que brigar na justiça por algo que poderia ter sido resolvido num contrato. Claro, tem gente que acha que isso esfria o romance, mas, na minha experiência, quando ambos estão na mesma página, até a relação fica mais leve.