INICIAR SESIÓN"ฝ่าบาททรงคิดจะตัดศีรษะหมากตัวเดียวที่ถอนรากถอนโคนตระกูลจางจริงๆ หรือเพคะ?" "หากเจ้าฉลาดพอจะเป็นมีดสั้นให้ข้า... ข้าก็พร้อมจะปกป้องมีดเล่มนี้ด้วยบัลลังก์ของข้าเช่นกัน!"
Ver másCapítulo 1
Isadora estava noiva, mas ela passou uma noite com pai do noivo… Isadora abriu os olhos pouco antes do amanhecer. A dor em sua cabeça latejava como marteladas constantes. Ela havia bebido demais na noite passada. Sabia disso. Sentia o gosto amargo do arrependimento na boca antes mesmo de se lembrar do que, exatamente, havia feito. Franziu o cenho ao sentir um calor estranho ao seu lado. Engoliu em seco antes de pensar em olhar. Ergueu o olhar devagar, temerosa do que poderia encontrar. Por um instante, seu coração acelerou com a ideia de ter perdido sua pureza com o noivo, um passo que não estava pronta para dar. Mas o homem ao seu lado... não era ele! — Ah, meu Deus... — murmurou sem acreditar no que estava vendo. Sob os lençóis, outro homem. Nu. Outro rosto. Másculo. Belo. Os cabelos loiros estavam bagunçados pelo travesseiro, e ele dormia profundamente, alheio ao desespero que se formava dentro dela. Mais uma vez, engoliu seco e o sangue sumiu de seu rosto por um momento. - Meu Deus... o que eu fiz? - sussurrou, sentindo o mundo girar de novo, mas agora por um motivo bem mais perigoso do que o bebida. Seu olhar foi sobre a mão esquerda. A aliança de noivado no dedo anelar, e, mais uma vez, ela engoliu seco. O símbolo da promessa com outro homem agora parecia pesar toneladas em sua mente desconexa. Como tinha ido parar naquela cama? Por que estava ali, com um desconhecido, nua, sob os mesmos lençóis? Nenhuma lembrança. Nenhum lampejo. A mente era um vazio angustiante. Ela respirou fundo, tentando conter o pânico. Com cuidado para não fazer barulho, afastou-se da cama, sentindo o frio do chão sob os pés descalços. Estava completamente nua. O ar gelado do quarto arrepiava sua pele. Começou a procurar suas roupas, catando-as pelo quarto como quem junta os pedaços de um enorme erro. O vestido estava jogado sobre a poltrona. O sutiã pendurado na maçaneta da porta. E por fim... Ela estreitou os olhos. - Não pode ser... - murmurou. A calcinha branca, delicada, estava pendurada... no ar-condicionado. - Ai, Jesus... - sussurrou, levando a mão à testa. Cada peça de roupa que vestia era como um gatilho em sua memória. Um flash invadiu sua mente como um raio atravessando a neblina. Ela, sentada no colo dele. As mãos grandes e quentes percorrendo suas costas nuas, deslizando devagar. Um suspiro escapando de seus lábios. O calor subiu pelas bochechas, queimando de vergonha. — Como...? Como...? — calou-se e apressou-se a vestir a roupa, tentando bloquear as imagens, mas seu corpo parecia lembrar do que a mente insistia em esquecer. Outro lampejo. Ele deitado sobre ela. A respiração pesada. A boca dele na curva do seu pescoço. O som grave de sua voz dizendo o quanto ela era linda... e o modo como seu nome escapou entre suspiros: - "Isadora..." Ela engasgou tentando fechar o sutiã. - Que droga... - murmurou, sentindo as pernas vacilarem por um segundo. Colocou a calcinha por último, depois de alcançá-la no ar-condicionado, tentando não pensar no porquê de ter ido parar ali. Mas era impossível. A cada nova memória, mais difícil ficava entender como tudo aquilo aconteceu... E ainda mais difícil era negar o desejo de reviver. Ela fechou os olhos com força. E então viu. Ele ajoelhado aos seus pés, os dedos das mãos firmes deslizando por suas pernas torneadas, tirando a calcinha devagar. A peça deslizou por seus tornozelos e, quando ele a segurou, girou-a no dedo com um sorriso torto... até fazê-la desaparecer na palma da mão. Como um truque de mágica sensual. - Meu Deus... - sussurrou, num fio de voz, pressionando a testa com a mão. Estava enlouquecendo. Só podia estar. Mas o pior, ou o melhor, ainda viria. Outra lembrança, mais viva. Ele acariciando suavemente o interior das suas coxas, subindo devagar, com os olhos fixos nos dela. E então... O rosto dele desceu. Ela puxou o ar de repente. As mãos trêmulas seguraram a beirada da cama. Ele não parou. Nem por um segundo. E ela... se entregou. Até que seu corpo foi levado a um clímax tão profundo, tão avassalador, que a lembrança da sensação fez suas pernas vacilarem outra vez. - Eu... eu fiz isso... - sussurrou, horrorizada. Ou extasiada. Ou os dois ao mesmo tempo. Após se vestir, se aproximou do espelho, ajeitando os cabelos com os dedos trêmulos. A maquiagem estava borrada, não tinha como limpar e retocar. Respirou fundo. Precisava sair dali. Virou o rosto devagar e lançou um último olhar para o homem adormecido na cama. Ele parecia em paz. Másculo. Bonito. Imperturbável. Como se não tivesse acabado de virar o mundo dela de cabeça para baixo. Ela pegou a bolsa no chão, o celular em cima da cômoda... E então parou. O coração disparou no corpo. Uma notificação piscava na tela. "ISADORA, ATENDE! Aconteceu um acidente com SEU TIO JORGE. Estamos indo pro hospital agora!" O chão pareceu sumir sob seus pés. - Não... não agora... - sussurrou, o sangue gelando nas veias. Com mãos trêmulas, pegou os saltos e saiu do quarto sem fazer barulho, andando na ponta dos pés. Os músculos ainda doíam da noite intensa ou talvez fosse só o nervosismo. Ou a culpa. Ou os três. Chegou até o elevador descalça, tentando manter-se ereta. O elevador apitou. Ela deu dois passos rápidos para dentro, apertando o botão de fechar com força. Ao mesmo tempo, Alexander Blake despertou com a sensação rara de um corpo completamente revigorado. Cada músculo parecia relaxado, após viver uma noite de prazer absoluto. Inspirou fundo, sentindo o perfume suave e doce que estava impregnado nos travesseiros e o enlouquecia. Virou-se para tocá-la, ainda sonolento, desejando reencontrar a pele quente contra a sua. Mas sua mão encontrou apenas o vazio. Frio. E o silêncio. Abriu os olhos, devagar, e o coração contraiu ao ver o espaço ao seu lado completamente vazio. Sentou-se num impulso. As roupas dela tinham sumido. Ele se levantou, nu, os pés afundando no tapete macio. Caminhou lentamente até o centro do quarto, como se ela pudesse surgir de algum canto. Nada. Franziu o cenho. A única coisa que sabia sobre ela... era o primeiro nome. Isadora... E, agora, nem isso parecia real. - "Shit!"ไอความร้อนอบอวลภายในตำหนักฮองเฮา หลิงเชียวก้าวพระบาทผ่านธรณีประตูเข้ามาด้วยใบหน้าที่เปรอะเปื้อนไปด้วยรอยยิ้มพราวเสน่หา พระองค์เพิ่งได้รับรายงานจากสายลับคนสนิทว่า ฮองเฮาองค์ใหม่เสด็จกลับไปจัดการจวนเสนาบดีจางเสียจนคนทั้งตระกูลแตกตื่นตื่นตระหนก หวาดกลัวในอำนาจอันเด็ดขาดของนางกันยกใหญ่ มงกุฎหงส์ที่พระองค์ทรงประทานให้ ซินอี๋นำมันมาสวมใส่และทำหน้าที่ได้อย่างดีเยี่ยมอย่างไร้ที่ติ จนอดมิได้ที่จะเสด็จมาเอ่ยชมด้วยพระองค์เองหลิงเชียวโบกพระหัตถ์เบาๆ เป็นสัญญาณเชิงสั่งให้เหล่าสาวใช้และขันทีในห้องบรรทมถอยออกไปให้หมด ก่อนจะก้าวพระบาทอย่างเงียบเชียบตรงเข้าไปหาซินอี๋ที่กำลังยื่นอยู่หน้าคันฉ่องหยก เพื่อปลดเครื่องทรงและเปลี่ยนเสื้อผ้าเป็นชุดไหมบางเบาพระหัตถ์หนายื่นออกไปโอบกอดร่างอรชรจากทางด้านหลัง รวบเอวบางกิ่วเข้ามาแนบชิดอกแกร่ง ก่อนจะโน้มพระพักตร์ลงประทับจูบอันนุ่มนวลหนักแน่นลงบนไหล่เนียนเปลือยเปล่าของนาง กลิ่นหอมประทินผิวกรุ่นรวยระรินบำเรออารมณ์"ฮองเฮาของข้า..."หลิงเชียวเอ่ยกระซิบข้างหูด้วยน้ำเสียงทุ้มต่ำแฝงความพึงพระทัย"ข่าวคราวจากจวนเสนาบดีจางในวันนี้ ช่างทำให้ข้าเบิกบานใจยิ่งนัก... เจ้าใช้อำน
แสงอรุณยามเช้าทอดผ่านบานหน้าต่างไม้แกะสลัก เข้ามากระทบเรือนร่างของสองชายหญิงที่นอนตระกองกอดกันอยู่บนพระตั่งบรรทม คราบร่องรอยแห่งความเร่าร้อนท่ามกลางสายน้ำอุ่นในคืนยามดึกยังคงหลงเหลือเปรอะเปื้อนผิวกาย หลิงเชียวลืมตาขึ้นมองร่างอรชรของคุณหนูหกที่ยังคงหลับใหลอยู่ในอ้อมพระหัตถ์ นัยน์ตาหงส์คู่คมฉายแววล้ำลึก ทรงกระชับวงแขนแน่นขึ้นเล็กน้อย ก่อนจะค่อยๆ ถอนพระวรกายลุกขึ้นประทับนั่งข้างเตียงกงกงคนสนิทที่รออยู่เบื้องนอกก้าวเข้ามาอย่างนอบน้อมพร้อมอ่างน้ำ ล้างพระพักตร์ หลิงเชียวมองไปที่ซินอี๋ที่เริ่มขยับตัวด้วยความงัวเงีย พระองค์ทรงยกหัตถ์ขึ้นปรามมิให้ผู้ใดส่งเสียงดัง ก่อนจะเอ่ยสั่งงานด้วยน้ำเสียงทรงอำนาจ เด็ดขาด และราบเรียบ"ขันทีรับพระราชโองการ..."กงกงรีบคุกเข่าลงแทบพระบาทด้วยความระมัดระวัง"ถ่ายทอดคำสั่งของข้าออกไป... วันนี้ ในประชุมเช้า ให้สำนักราชเลขาธิการร่างพระราชโองการสถาปนา 'จางซินอี๋' บุตรีคนสุดท้องของเสนาบดีจาง ขึ้นเป็น ฮองเฮา แห่งแคว้นเว่ย"ซินอี๋ที่ค่อยๆ พยุงกายลุกขึ้นนั่ง ผ้าห่มไหมยกขึ้นปกปิดเรือนร่างเปลือยเปล่า นัยน์ตาคู่สวยสบมองพระพักตร์คมคายที่ยามนี้หันกลับมาระบายยิ้มบางๆ ให้แก่น
ไอร้อนจากน้ำอุ่นในอ่างไม้แกะสลักขนาดใหญ่ลอยเอื่อยขึ้นตลบอบอวลไปทั่วห้องบรรทม ผสมผสานกับกลิ่นหอมของกำยานมังกรอบอวลอยู่ในบรรยากาศยามดึก สายน้ำในอ่างสะท้อนแสงเทียนวูบวาบ สร้างบรรยากาศอันลึกลับและวาบหวามหลิงเชียว นอนเอนกายแช่น้ำอุ่นด้วยท่าทีสบายอารมณ์ ร่างกายท่อนบนที่เปลือยเปล่าเผยแผ่อกแกร่งและมัดกล้ามสมส่วน พระองค์กำลังปล่อยให้ความล้าจากการรับมือเกมการเมืองในจวนเสนาบดีจางค่อยๆ ละลายไปกับสายน้ำ หลังจากที่เสนาบดีจางเชิญเขาไปชมบุปผาเพื่อหวังยัดเยียดบุตรีสักคนให้เป็นฮ่องเฮา... ซึ่งพระองค์ก็ตอบรับเกมนั้นด้วยการทำทีเป็นให้ความสนใจ 'คุณหนูสาม' บุตรีคนโปรดเพื่อปั่นหัวอีกฝ่ายเสียงสายน้ำกระเซ็นแผ่วเบาพร้อมกับเงาร่างงามที่ค่อยๆ ก้าวลงมาในอ่างน้ำอย่างช้าๆ อาภรณ์เนื้อบางเบาที่แนบชิดไปกับเรือนร่างสะพรั่งเมื่อเปียกชุ่ม เผยให้เห็นเส้นสายเว้าโค้งอันเย้ายวนของ จางซินอี๋คุณหนูหกผู้ถูกละเลย แต่เบื้องหลังคือหมากตัวเด็ดที่ทรงพลังที่สุดหลิงเชียวเงยหน้าขึ้นปรายสายตามองสตรีที่ใช้อำนาจป้ายหยกมังกรเดินเข้ามาถึงห้องบรรทมลับได้อย่างง่ายดาย รอยยิ้มเรียบเฉยปรากฏบนริมฝีปากหนา ก่อนที่เขาจะก้มหน้าลงดังเดิม ทำทีเป็นไม่
บรรยายภายในสวนหลวงอันกว้างใหญ่ร่มรื่น สายลมหนาวพัดพาใบไม้ร่วงหล่นเดินสะพรั่ง ราชสำนักเบื้องหลังกำลังตึงเครียด แต่ยามนี้ เสนาบดีจางจงหยวนได้ส่งฎีกาขอเข้าเฝ้าและทูลเชิญฮ่องเต้ดวลหมากรุกกลางสวนหลวง หลิงเชียวแม้จะทรงคลางแคลงพระทัยในจุดประสงค์ของตาแก่จิ้งจอกเจ้าเล่าผู้นี้ ว่ากำลังวางอุบายใดอยู่อีก ทว่าก็ทรงรับคำท้าและอนุญาตให้เข้าเฝ้าอย่างสงบนิ่งกระดานหมากรุกหยกขาวดำถูกตั้งวางอยู่บนโต๊ะหินอ่อนตรงใจกลางศาลาพักผ่อนทั้งสองฝ่ายค่อยๆ เดินหมากทีละตัวอย่างใจเย็น เสียงหมากหยกกระทบกระดานดังกังวานใสเสนาะหูท่ามกลางความเงียบสงบ หลิงเชียวเดินหมากด้วยความเฉียบขาด รุกต้อนตามพิชัยสงคราม ขณะที่เสนาบดีจางจงหยวนก็เดินหมากอย่างรัดกุม คอยตั้งรับและซ่อนกลอุบายไว้อย่างแยบยลระหว่างที่กำลังจรดด้ามหมากรุก เสนาบดีจางก็แย้มยิ้มบางๆ เอ่ยเปิดประเด็นขึ้นเรียบๆ"กระหม่อมได้ยินข่าวลือมาว่า... เมื่อไม่กี่วันก่อน มีกลุ่มคนโฉดบุกรุกเข้าไปในคลังเก็บอาวุธนอกเมืองหลวง มิทราบว่าฝ่าบาททรงได้ยินข่าวนี้บ้างหรือไม่พะย่ะค่ะ"หลิงเชียวนิ่งเฉย มิได้แสดงสีหน้าตื่นตระหนกแม้แต่น้อย พระองค์วางหมากสีดำลงบนกระดานอย่างแผ่วเบาแล้วเอ่ยบ่ายเบ











